A história de nós dois - Dani Atkins

terça-feira, 31 de maio de 2016

Emma tem 27 anos, é linda e inteligente e vive cercada de pessoas que ama. Prestes a se casar com Richard, seu namorado desde a época de escola, ela não poderia estar mais empolgada. Mas o que deveria ser o momento mais feliz de sua vida de repente vira uma tragédia. Emma sofre um acidente e é salva por um estranho minutos antes que o carro em que ela viajava explodisse. Abalada, ela decide adiar o casamento. E nesse meio-tempo descobre segredos que a fazem questionar as pessoas nas quais sempre confiara a ponto de duvidar se deve se casar afinal. Para complicar, ela se sente cada vez mais ligada a Jack, o homem que a salvou e que não sai da sua cabeça. Jack é lindo, gentil e divertido, de um jeito diferente de todos que ela já conheceu. Por outro lado, é Richard quem ela sempre amou... Uma mulher, dois homens, tantos destinos possíveis. Como essa história vai terminar?
Emma estava vivendo uma vida de sonhos, mesmo com os obstáculos impostos pela saúde da mãe. Dentro de quinze dias ela irá se casar com Richard, seu amor de adolescência. Eles viveram um intenso romance na juventude, mas terminaram quando ela foi embora para Londres. Muitos anos depois ela precisou voltar para a pequena cidade em que nasceu para ajudar o pai a cuidar da mãe. Ela teve que abrir mão de muitos sonhos, mas assim que voltou, reatou o antigo relacionamento com Richard e agora iriam se casar. Ao seu lado neste lindo sonho, estavam as suas duas melhores amigas: Amy e Caroline. Uma amizade que já perdura há muitos e muitos anos, e já se acostumaram a serem vistas sempre juntas e é claro que elas estariam ao seu lado como suas madrinhas. Assim como agora, na sua despedida de solteira. Tudo estava sendo perfeito, em uma noite só para mulheres em um luxuoso spa. Até o momento de retornarem para casa. Uma fatalidade! Um animal na pista acaba provocando uma batida e Caroline acaba capotando o veículo que dirigia indo parar dentro de uma vala à beira da estrada. Em choque, Emma, que se encontrava atrás do banco da motorista, fica presa às ferragens, mas sem perder a consciência e imediatamente ela percebe a ausência de Amy, que minutos antes do impacto havia soltado o cinto de segurança. Desesperada, ela instiga Caroline para que saia do veículo e procure socorro. Momentos depois ela é socorrida por Jack, um turista americano que passava pela estrada e se deparou com a trágica cena. Jack  empreende todas as suas energias em tirar Emma do carro que estava prestes a explodir, salvando sua vida. Ao retornarem à estrada, Emma encontra Caroline em choque, próxima a Amy que havia sido arremessada para fora do veículo, e se encontrava extremamente ferida. Jack, mesmo sem conhecer nenhuma das três, presta todo apoio e atenção, acompanhando-as até o hospital e amparando-a o tempo inteiro. Emma fica comovida por toda a atenção recebida de Jack, mesmo após seu noivo ter chegado ao hospital para acompanhar os procedimentos. Emma ainda não tinha noção de que naquela noite haveria muitas perdas... e ela teria que reaprender a reescrever a sua história.
Aquela noite havia marcado todos nós e, embora eu fosse a única que ainda trazia um lembrete visível no rosto, nada nunca mais foi o mesmo para nenhum de nós desde então. Muitas vidas foram modificadas naquela noite, muitos futuros foram reescritos. (Pág. 8)
Quem leu o livro Uma curva no tempo com certeza deve ter ficado ansioso para ler este mais recente romance da autora. O livro inteiro seguiu um roteiro e finalizou com o final surpreendente e eu fiquei imaginando como seria agora com este. Desde o início do livro estava com o coração na boca, passando por cada capítulo imaginando qual seria o desenrolar. Desde as primeiras páginas já sentimos aquele aperto na garganta, aquele estrangulamento sufocante, as lágrimas ameaçando descer. Emma é uma protagonista única, marcante, generosa e determinada. Ela ousou sonhar, partir da pequena cidade que nasceu e após anos, voltar, abrindo mão de seus projetos. Era uma amiga leal, filha amorosa, que de repente se vê apaixonada por dois homens. Uma história emocionante que já entrou para o rol dos favoritos.

Atkins, Dani. A história de nós dois. São Paulo: Arqueiro, 2016

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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Bom dia!!!

O mês de maio está acabando amanhã, e não sei se sinto um alívio ou desespero. O ano está voando e não sei onde vamos parar. O trabalho não para, sempre estamos correndo pra resolver alguma coisa. Só não podemos nos descuidar da saúde e das pessoas que amamos. Ano passado eu viajei de férias para Natal e uma semana depois de voltar fui surpreendida por uma pinta que estava se estacando das demais. Fiquei uma semana cismada e então após um sonho bem sugestivo me mandando olhar a pinta eu corri no meu médico e era uma pinta do mal...

Graças a Deus,  mais uma vez dei ouvidos aos meus instintos. Não se pode bobear. Já fui testemunha de um caso em que quando a pessoa foi alertada já era tarde demais. Os médicos dizem que existe algumas doenças silenciosas, pode até ser, mas eu acredito que o corpo sempre emite um alerta de que tem alguma coisa errada, basta se conhecer. 
Sobre a minha lista infindável de projetos... acabei não contando que o guarda-roupas ficou pronto no final de abril, e valeu a pena. Um sonho de guarda-roupas e logo fui para os armários da cozinha. Neste exato momento estou cultivando diversos pontos doloridos nas costas por ter passado o dia todo arrumando a bagunça do marceneiro e ainda não está pronto... 
Mas não tem problema... está quase acabando... quase.
Sobre o meu projeto secreto que estava em andamento, ele está andando... e com muitos pontos positivos. Depois que fiz o curso de Perícia, muitas janelas se abriram e várias dúvidas foram sanadas. Hoje mesmo estou indo buscar os meus primeiros processos a serem periciados. Torçam por mim, eu preciso entregar a primeira perícia para conseguir o meu registro de Perita, e para mim isto está sendo uma vitória. E como não podia deixar de ser... substitui o projeto que anteriormente era secreto por outro... Mas este só conto em agosto. 

Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor.Johann Goethe



Uma linda semana para todos!

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A escolhida - Lois Lowry

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Kira, uma órfã de perna torta, vive em um mundo onde os fracos são deixados de lado. A partir do momento da morte de sua mãe, ela teme por seu futuro até que é perdoada pelo Conselho de Guardiões. A razão é que Kira tem um dom: seus dedos possuem a habilidade de bordar de forma extraordinária. Ela supera a habilidade de sua mãe, e lhe cabe a tarefa que nenhum outro membro da comunidade pode fazer. Enquanto seu talento a mantêm viva e traz certos privilégios, ela percebe que está rodeada de mistérios e segredos, mas ninguém deve saber sua intenção de descobrir a verdade sobre o mundo.
Kira vive em uma comunidade de pessoas simples e retrógrada. Lá, as mulheres são proibidas de aprenderem a ler, as crianças que nascem com problemas físicos são descartadas, assim como as pessoas que ficam inválidas. A vida das pessoas é regiamente dirigida, de forma a não serem mais do que o permitido. Ela mesma, quase foi descartada por causa do defeito em sua perna, mas sua mãe lutou por sua vida e sempre deixou claro que ela deveria fazer o mesmo. Seu pai foi morto ante dela nascer, durante uma caçada, por uma das feras que tanto atemoriza os cidadãos. Desde que ela nasceu sempre foi ela e sua mãe. Sua mãe, uma bordadeira de extrema habilidade e importante para os anciãos, vivia para o trabalho e para Kira. Só que agora sua mãe está morta, vitima de uma doença desconhecida, mas temida. Após os quatro dias de luto, Kira tenta voltar para sua casa, mesmo sabendo que após a doença da mãe, o casebre que viviam foi incendiado. Estas eram as leis. Mas as pessoas mesquinhas da comunidade queriam lhe tomar o pouco que lhe sobrou, levando-a a um julgamento com a justificativa de defender o que lhe pertencia, assim como a própria vida. Durante o julgamento ela teve direito a um defensor, que realizou um excelente trabalho, porém a perda do terreno foi inevitável, mas ganhou um aconchegante quarto nas instalações onde habitavam os anciãos, além da tarefa de ser a nova bordadeira oficial da comunidade, responsável pela restauração da roupa do Cantor, ser mítico e importante para a comunidade. Kira sente o peso da responsabilidade, ao mesmo tempo em que algumas verdades se revelam.
Será verdade que não existem feras?, perguntava-se, e sua mente respondeu com um sussurro enquanto o bordado se enroscava, quente, na palma da mão.
Não tem fera nenhuma.
É isso mesmo caros amigos... O livro se desenrolou inteirinho... sem sinal de Jonas.
A vida de Kira é muito sofrida e cruel. A comunidade em que vive, é pobre, machista e extremamente cruel. As leis são arcaicas e arbitrárias, tornando a vida humana descartável e irrelevante. Kira tem uma missão, que ao mesmo tempo lhe garante um teto e alimentação, a impede de gozar a plena liberdade. Eu terminei o livro, mas espero ter em breve o desenrolar desta trama.

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O doador de memórias - Lois Lowry

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Em O doador de memórias, a premiada autora Lois Lowry constrói um mundo aparentemente ideal onde não existem dor, desigualdade, guerra nem qualquer tipo de conflito. Por outro lado, também não há amor, desejo ou alegria genuína.
Os habitantes de uma pequena comunidade, satisfeitos com a vida ordenada, pacata e estável que levam, conhecem apenas o presente o passado e todas as lembranças do antigo mundo lhes foram apagados da mente. 
Um único indivíduo é encarregado de ser o guardião dessas memórias, com o objetivo de proteger o povo do sofrimento e, ao mesmo tempo, ter a sabedoria necessária para orientar os dirigentes da sociedade em momentos difíceis. 
Aos 12 anos, idade em que toda criança é designada à profissão que irá seguir, Jonas recebe a honra de se tornar o próximo guardião. Ele é avisado de que precisará passar por um treinamento difícil, que exigirá coragem, disciplina e muita força, mas não faz ideia de que seu mundo nunca mais será o mesmo.
Orientado pelo velho Doador, Jonas descobre pouco a pouco o universo extraordinário que lhe fora roubado. Como uma névoa que vai se dissipando, a terrível realidade por trás daquela utopia começa a se revelar.

Jonas vive em uma sociedade programada.  As pessoas não são livres para expressar suas emoções. Elas vivem em uma vida cronometrada minuto a minuto, e a cada ano eles avançam uma etapa. As famílias são permitidas apenas um casal de filhos, e não são filhos próprios, mas sim gerados por Mães-biológicas. A vida de Jonas e seu núcleo familiar, assim como de tantos outros, eram programados para seguir um ritmo, sem música, sem cores, sem sentimentos. Seu pai era um Criador, pessoas designadas a criar as crianças nascidas das Mães-biológicas antes de serem destinadas a um núcleo familiar. As crianças a cada ano conquistava um novo direito: um ano vestir casacos virados para a frente, no outro, usar roupas com bolsos, no outro: andar de bicicleta... Até que aos doze anos era atribuído a cada um, uma profissão. A profissão era escolhida de acordo com a afinidade de cada um, observados durante o período de voluntariado. E aos doze anos Jonas recebe a difícil missão de ser um Guardador de memórias. Estas memórias lhe seriam passadas por um ancião responsável por esta missão, e Jonas descobriu que, muitas coisas eram roubadas dos cidadãos, dentre elas, o direito de guardar suas próprias lembranças.
Eu fiquei muito ansiosa quando saiu este livro e todos comentavam, principalmente quanto ao filme. Por isso, logo no amigo oculto da empresa, pedi os dois logo juntos, azar do Alexandre, pessoa econômica e equilibrado. O tempo passou e nada de ler o livro, até que uma chocólatra veio e me salvou: obrigada Alice! O livro realmente é empolgante, mas mais a partir do momento que ele recebe sua designação. E mais ainda após ele resolver que as coisas tinham que mudar...
- Mas porque todo mundo não pode ter as lembranças? Acho que seria um pouco mais fácil se as lembranças fossem partilhadas. O Senhor e eu não teríamos que suportar tanta coisa sozinhos se todas as outras pessoas assumissem uma parte disso. (Pág.117)

E aí você começa a roer as unhas até os cotovelos... e o livro acaba. Dando graças a Deus por ter o segundo livro, já fui emendando um no outro, e então...
Lowry, Lois. O doador de memórias. São Paulo, Arqueiro: 2014

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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Bom dia corações!!!!

Que se inicie mais uma semana abençoada a todos!
Eu confesso que não estou me sentindo em um período de muita sorte, mas tenho fé que é só uma fase e logo passa.
Falando em passar... o tempo não está passando... está voando!!! O que é isso???

Isso me lembra do poeta Mario Quintana e faço questão de compartilhar com vocês:

O Tempo
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está à minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Mario Quintana 
Por isso, não deixem pra depois um sonho, a vida é agora. Precisamos trabalhar? Sim. Precisamos estudar? Sim. Precisamos de tempo para a família? Também. Mas não se esqueça de você, você tem um enorme e importante compromisso com você mesmo, e não pode ficar adiando.
Por isso que faço tudo o que gosto, principalmente ler... Adoro!!! Depois que tomei gosto por ler dois livros ao mesmo tempo então, ninguém me segura. Isso aconteceu depois que o Sr. Cláudio disparou a me levar livros para me emprestar, e eu chocando os livros dele e não lia por conta da imensa fila, que cresce a cada dia mais. Como este ano reduzi as parcerias, decidi que, sempre estaria lendo um dos livros emprestados dele. Para isso fico sempre com um livro físico na bolsa e o kobo.



 Durante os trajetos leio no físico, na academia, durante os elípticos da vida e bicicletas, vou de kobo. Quase morro quando a bateria acaba. Vício é fogo, mas ainda bem que este é saudável. E bota saudável nisso! Quem dá conta aí de ler durante academia??? Nada melhor do que um estratagema para unir o amor ao necessário. Fica a dica!
Beijos e boa semana!!!

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Momento música #qualquer um

terça-feira, 10 de maio de 2016

Os dias passam devagar... Quase que a Luka acertava. Mas os dias não estão passando devagar não. O tempo está voando e corremos o risco de esquecer as coisas importantes e legais de nossas vidas. Ainda bem que de vez em quando acontece de algumas delas voltar e em momentos que mais precisamos.

I'will survive


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Novidades & blá blá blá

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Bom dia!!!

Primeiramente gostaria de justificar a minha ausência nestes 30 e alguns dias. Como a maioria de vocês já sabem, eu sou contadora... É eu fiz isso. Eu escolhi esta profissão por medo de ficar desempregada. Pois é, não se justifica, mas foi bem isso. Então, voltando ao foco do nosso assunto, abril é o mês mais trash para quem trabalha com imposto de renda pessoa física, porque é trabalho de domingo a domingo. Eu mal vivi neste período, o que dirá ler, ver filmes, etc. Até algum tempo atrás, esta rotina dobrada tinha suas vantagens... $$$, mas agora estou repensando meus conceitos. Vai chegando em um ponto da vida que você começa a priorizar outras coisas. Eu ainda estou às voltas com vários projetos... continuar minha rotina saudável e perder alguns quilos ainda, voltar a estudar nem tanto, mas é preciso. Ah, e a novidade do mês... Estou ruiva!!!!


Esta foto é após a segunda sessão, já que como na fila das madeiras eu passei mais vezes do que o sensato, o cabelo está no tom da minha alma. É! Porque eu sempre disse que eu era uma branca de alma ruiva. E este era o único motivo a qual eu concordava de que não era perfeita, já que sofri a infância sendo chamada de bicho de goiaba, banana nanica e enferrujada, por conta das sardas. Eu chorava para minha mãe comprar um creme para tirar as sardas, mas em vão. O bom de se amadurecer é de ficar mais sensata, eu acho. Pelo menos eu não tenho mais a coragem dos dez anos para se subir em uma árvore e depois pular no banco de areia. Eu não vou dizer que eu era o cão, porque minha irmã era muito pior. Mas enfim, finalmente tomei a coragem de deixar meus cabelos acobreados. Até encontrar o tom deve demorar um pouco, mas tudo bem, o primeiro passo já foi dado e espero não ter que vender o rim para arcar com as despesas. 
Esta semana chegou novidades Arqueiro e eu amei a surpresa.


Quando eu vi aquele embrulho daquele tamanhão, até assustei. E quando abri, caí de amores. Agora é fazer uni dunitê para escolher qual ler primeiro. 



Uma linda e iluminada semana a todos.

"Quantos vivem toda a vida sem descobrir o que sabem e amam?
Tantos.
Não ser um desses, é essa a tua missão."
Richard Bach


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