Como eu era antes de você - Jojo Moyes

quarta-feira, 30 de março de 2016

Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Sua vidinha ainda inclui o trabalho como garçonete num café de sua pequena cidade - um emprego que não paga muito, mas ajuda com as despesas - e o namoro com Patrick, um triatleta que não parece muito interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor tem 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de ter sido atropelado por uma moto, o antes ativo e esportivo Will agora desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Sua vida parece sem sentido e dolorosa demais para ser levada adiante. Obstinado, ele planeja com cuidado uma forma de acabar com esse sofrimento. Só não esperava que Lou aparecesse e se empenhasse tanto para convencê-lo do contrário. Uma comovente história sobre amor e família, Como eu era antes de você mostra, acima de tudo, a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado.
Louisa é uma jovem de vinte e seis anos que tem passado por momentos difíceis na vida. Após seis anos trabalhando em uma cafeteria, emprego este que amava, ela é surpreendida com o desemprego. Com o país vivendo uma crise geral, ela é pressionada pela família, que em minha opinião, explorada é a melhor descrição, a arrumar logo uma recolocação profissional. O grande problema é que Louisa se acomodou profissionalmente, após a conclusão do ensino médio, e além de servir clientes em cafeteria, ela não sabe fazer mais nada. Preocupada com a situação financeira da família, ela acaba aceitando todos os tipos de experiências para fugir do fantasma do desemprego, e em uma dessas, acaba contratada como cuidadora. Só que, ao contrário do que ela imagina, ela não irá tomar conta de um idoso, mas sim de um homem jovem e lindo de trinta e cinco anos. Will está tetraplégico há dois anos, após ser atropelado em um dia chuvoso. Jovem, rico e super ativo, para Will, viver imobilizado, dependendo de auxílio para tudo em sua vida, é pior do que a morte. Deprimido, ele não deixava que ninguém se aproximasse mais do que o necessário. Para Louisa não foi fácil sair de um ambiente de trabalho onde se comunicava efusivamente, para outro em que era obrigada a se manter o mais invisível possível, mesmo tendo sido contratada por sua característica mais marcante, a de ser faladeira. Aos poucos e com muito custo ela vai descobrindo os momentos em que Will está bem e receptivo e quando ele não quer companhia. E justamente quando ela já estava adaptada às oscilações de humor de Will, ela descobre o motivo pelo qual foi contratada em caráter temporário de seis meses; este é também o prazo que Will concedeu aos seus pais para que se acostumasse com o seu pedido, e sem saber, caberia a Louisa mudar tudo.
Eu não conseguia falar com ele. Achei difícil até mesmo olhá-lo nos olhos. Era como descobrir que seu namorado foi infiel. Eu e sentia, estranhamente, como se Will tivesse me traído. (Pág. 105)
Sabe aquela ressaca literária que há muito tempo você não sente? Então, é assim que estou agora, mesmo após doze horas de finalizada a leitura. E relido o último capítulo, e pensado, e refletido, e..., e...
Saber que todos que conheço leram este livro e o aclamaram não foi o suficiente para me preparar. Mesmo tendo assistido o trailer do filme antes de ler o livro, também não me preparou para o que encontrei nesta história inesquecível de amor e aprendizado. Com certeza é uma das mais belas histórias que já li e que jamais irei esquecer, e que ainda ficará pulsando em meu peito, minha mente e minha alma por muito tempo.


Confira porque este filme promete partir nossos corações...



Moyes, Jojo. Como eu era antes de você. Rio de Janeiro: Intríseca; 2013.


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Top filme #45

terça-feira, 29 de março de 2016

Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos.
Elenco: Eddie Redmayne, Felicity Jones, Tom Prior 
Eu nunca fui daquelas fissurada por filmes sucessos de oscar, mas desde o início eu quis assistir este filme. Mas, como já disse aqui que estava numa preguiça feia de filmes, somente agora que encarei a missão. Conhecer a história de um homem tão grandioso, é simplesmente sensacional. Mesmo não sendo uma estudiosa, eu sempre soube quem era Stephen Hawking, e como as minhas primeiras lembranças que tenho já eram com ele paralítico, eu nunca procurei saber qual era o seu problema, e nem se era de nascença. Para minha surpresa, ele nasceu saudável e extremamente inteligente, e foi acometido pelo que hoje conhecemos como Esclerose que foi aos poucos lhe roubando os movimentos. Sua história, assim como o amor de sua esposa que nunca o abandonou, é extremamente tocante e maravilhosa. Uma história verídica e que todos deveriam conhecer. Uma lição de talento e força.

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A garota sem passado - Michael Kardos

quarta-feira, 23 de março de 2016

Num domingo de setembro de 1991, Ramsey Miller deu uma festa em casa para os vizinhos. Depois, assassinou a esposa e a filha de 3 anos. Todo mundo na pacata cidade de Silver Bay conhece a história. Só que todos estão errados. A menina escapou. Sob o nome falso de Melanie Denison, ela passou os últimos quinze anos escondida com os tios numa cidadezinha remota. Nunca pôde viajar, ir a uma festa na escola ou ter internet em casa, porque Ramsey jamais foi encontrado e poderia ir atrás dela a qualquer momento. Mas, apesar das rígidas regras de segurança impostas pelos tios, Melanie se envolve com um jovem professor da escola local e engravida. Ela decide que seu filho não terá a mesma vida clandestina que ela e, para isso, volta a Silver Bay para fazer o que nem os investigadores locais, nem a polícia federal, nem o FBI conseguiram: encontrar seu pai antes que ele a encontre.

Melanie cresceu sabendo qual era sua verdadeira identidade. Mas cresceu sabendo que sua vida  sempre seria limitada. Seja qual fossem as suas escolhas, ela nunca teria liberdade para fazer as escolhas que bem entendessem. Desde que seu pai assassinou sua mãe quando ela tinha três anos de idade, ela foi criada pelos tios postiços um uma cidadezinha escondida nos confins do mundo. Seu pai nunca foi preso, e constantemente ela era alertada pelos seus tios sobre os perigos dele descobrir a sua existência e querer voltar para terminar o seu crime quase perfeito. Agora com dezoito anos, ela aos poucos tentava se desprender desta prisão imposta pelos tios, sem internet, sem telefone, sem possibilidades... O que ela mais ansiava era poder se libertar, descobrir coisas novas, se descobrir. Até mesmo ficha na biblioteca pública ela era proibida de fazer, mas este era apenas uma das regras que ela quebrou. Aos poucos, ainda que minimamente, ela procurava driblar. Até que Melanie se descobriu grávida, gerando uma vida que tinha tudo para ser uma continuação da sua... sem perspectivas, sob a prisão do medo. É quando Melanie decide que o seu filho não seria mais uma vítima de seu pai. Pois se ele estava tentando encontrá-la, ela iria encontrá-lo primeiro e colocar fim ao seu eterno medo.
Ela lia os livros que pegava emprestados à noite, depois os escondia no armário ou embaixo da cama. Ir à biblioteca era como fugir de Notres Pass, e ler aqueles livros era fugir para ainda mais longe. (Pág.82)
Eu fiquei muito curiosa com o enredo do livro e logo quis ler. É aquele tipo de trama, onde em uma história você vai percebendo que não existe apenas um ou dois fios soltos, mas dezenas. Melanie conhece a sua história e conviveu com ela a sua vida inteira, mas é quando ela resolve viajar ao passado é quando ela vai se descobrindo de verdade. Ela descobre que não adianta criar expectativas antes da hora, e que a verdade é sempre mais dura quando vivida pessoalmente. Uma história instigante, tensa e chocante. Um livro cheio, para quem gosta de enigmas e finais dramáticos.

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Top filme #44

terça-feira, 22 de março de 2016



Tris (Shailene Woodley) e Quatro (Theo James) agora são fugitivos e procurados por Jeanine Matthews (Kate Winslet), líder da Erudição. Em busca de respostas e assombrados por prévias escolhas, o casal enfrentará inimagináveis desafios enquanto tentam descobrir a verdade sobre o mundo em que vivem.
Eu sempre atrasada com os filmes e livros, aos poucos vou sanando esta demanda. A bola da vez, ou melhor, o filme, foi Insurgente. Eu gosto muito desta série, apesar que tanto o livro quanto o filme Insurgente foram fracos em termos de sequência de Divergente que foi bem mais animado. Mas como não vibrar com o Tobias, meodeus, onde acharam este homem? Me fale que vou tentar achar um. Mas enfim, Tris está naquele drama de culpa e não-sei-mais-o-que, dividida entre a razão e o arrependimento, com o pão, homem maravilhoso aos seus pés. O filme conseguiu ser mais monótono do que o livro, e ainda tem aquelas cenas que eles resolvem fazer 5x1 que fica uma porcaria, mas ficou passável. Ainda curto a série e torço pela sequência bem extraordinária.


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Novidades & blá blá blá

segunda-feira, 21 de março de 2016

Bom dia!!!!

Mais um novidades & blá blá blá. Eu tenho falhado semana sim, outra não, porque ando na preguiça da moléstia. Como disse no post anterior, é só correria. Estou em um novo projeto, mais um, mas este é para uma mudança radical e extremamente benéfica para minha vida, então tenho saído aos sábados para reuniões, etc. Mas enfim, meus fins de semana não estão sendo suficientes para resolver tantas questões, descansar e escrever, me desculpem por isso. É por isso também que deixei encerrar praticamente todas as parcerias, compromissos são compromissos, portanto preciso hoje priorizar outros objetivos. Por outro lado, consegui encerrar dois outros projetos, o primeiro foi o de pintar a casa toda, sobrevivi. 

O outro, foi o meu futon... Desde o ano passado eu queria uma espreguiçadeira, futon, chase, seja lá qual nome se dê. Eu queria um trem para escornar na varanda, sob uma temperatura bem agradável e livros... Mas todos que eu olhava era carérrimos... Céus! Como pode? Nem queria nada assim luxuoso, que com certeza será usada ocasionalmente nos fins de semana. Até que sob as influências da minha irmã cata lixo, ops, erhhh, minha irmãzinha criativa, com forte inclinação para a arte da reciclagem, resolvi fazer um futon de paletes. Por isso, por um bom tempo fiquei envolvida também neste projeto e agora ele foi finalizado, com o precioso auxilio dela e do marido, e do meu também, bem pouco, mas enfim. Coloquei a mão na massa, ou melhor, no pincel com verniz, e botei pra quebrar, no bom sentido, é claro. Eis o resultado após muita canseira e investimento de R$ 846,00, detalhe para os preços anteriormente orçados... o menor valor tinha sido R$ 1.600,00.

Imagine agora como serão os fins de semana... Com este tempo maravilhoso de agora? 
Agora é foco no guarda roupas, já estou me descabelando sem um, e não achando as coisas... E depois a cozinha... E depois.... Quem sabe o que virá??
Beijos e ótima semana a todos!


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Insurgente - Veronica Roth

sexta-feira, 11 de março de 2016

Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.












Depois dos ataques à sua facção, Tris e Quatro são forçados a fugir junto com outros integrantes da Audácia, Franqueza e Erudição. Porém esconder-se na sede da amizade não estava sendo uma experiência muito pródiga. De todas as facções, a amizade é a única que ela não possui afinidade.  Sobrecarregada com os traumas das mortes causadas pela simulação que Jeanine dominou a mente dos soldados da audácia, Tris ainda chora a perda dos pais, e o trauma de ter tirado a vida de um amigo querido. A guerra entre facções está se tornando cada vez mais inevitável, e saber em quem confiar está se tornando uma tarefa difícil.
Como se não bastasse eu ter matado Will, não ter pensado rápido o bastante para encontrar outra solução, agora preciso viver com o julgamento de todos,  além do meu, e com o fato de que nada, nem mesmo eu, jamais será igual novamente. (Pág. 160)
Este é o segundo volume de uma série que adoro. Apesar de que a Tris nesta sequência está muito depressiva e cansativa com suas lamúrias e traumas. Tobias ainda está o príncipe de  sempre e muitas revelações acontecem. Por mim, já começava o terceiro e último. Já posso correr ali e assistir o segundo filmes. Sempre atrasada, mas antes tarde do que nunca.

Roth, Verônica. Insurgente. Rio de Janeiro: Roco Jovens Leitores, 2013.

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Top filme #43

quinta-feira, 10 de março de 2016

Um Momento Pode Mudar Tudo






Elenco: Hilary Swank, Emmy Rossum, Josh Duhamel
Gênero: Drama

Bec (Emmy Rossum) é uma universitária meio perdida, que está se relacionando com um professor casado e perdendo o interesse no seu futuro acadêmico. Ela começa um novo trabalho, cuidando de Kate (Hilary Swank), uma mulher que sofre de uma doença terminal. Aos poucos, a jovem vai aprendendo a aproveitar o mundo, mas acaba se afastando cada vez mais da sua antiga vida.
(Fonte: Adorocinema)

Sabe aqueles filmes que insistem em entrar na sua frente até que você se entrega e assiste? Pois é, este foi assim. Por duas vezes eu trombei com ele e me desviei, mas na terceira eu cedi e assisti até o fim. Eu nunca tinha visto um filme sobre Ela- Esclerose Lateral Amiotrófica, só tinha ouvido falar sobre o tema naquela época da onda de banho gelado e só. É claro que você imagina o quão deva ser barra pesada pra quem passa por uma doença como esta e com certeza um filme só irá demonstrar um décimo, mesmo assim, fiquei extremamente tocada. Um filme emocionante, que nos ensina o quanto a vida é bela, mesmo com todas as dificuldades. Uma lição pra ser levada muito além de mera ficção, pois ensina o valor da vida. Emocionante. 


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Fera de Macabu - Carlos Marchi

quarta-feira, 9 de março de 2016

Relato do mais trágico erro da Justiça brasileira, ocorrido em meados do século XIX, em Macaé, no norte da província do Rio de Janeiro. O autor reconstitui o drama pessoal do fazendeiro Manoel da Motta Coqueiro, condenado à morte pelo assassinato de uma família de colonos em uma de suas propriedades. Carlos Marchi usa ferramentas de repórter para rastrear os vestígios da vida do fazendeiro em documentos obtidos nos arquivos oficiais, paróquias e cartórios do norte fluminense. Vítima de uma conspiraçao armada por seus adversários, Coqueiro teve dois julgamentos parciais e foi condenado à morte. Após sua execuçao, descobriu-se que ele era inocente e o imperador Pedro II, condoído por nao ter-lhe concedido a graça imperial, passou a perdoar cada vez mais condenados à morte, antecipando informalmente o fim da pena de morte no Brasil. Em Fera de Macabu, os fatos reais realçam o clima de um grande romance, repleto de intrigas, sonhos e tragédias.


Quando o Sr. Cláudio me indicou o livro, eu fiquei muito curiosa. Como a fila de prioridades só cresce, fui empurrando, até que me decidi e iniciei a leitura. Este é um livro jornalístico e histórico. Ler um caso real, não sei se o termo correto é mesmo "romanceado", mas relatado conforme realmente aconteceram, não é fácil. Tem que ter paciência, já que para entendermos os acontecimentos, as pessoas e a colocação de cada um dentro da sociedade da época, é realmente necessário esmiuçar. E este é bem o caso.
O porteiro Manoel Gonçalves Lima Vinagre aproveitou para ler pela primeira vez o resumo das acusações e a sentença, uma tradição dolorosa que a lei fazia obrigatória no rito das execuções: não bastava ao réu saber que iria morrer; em sua dolorosa e humilhante via crúcis, ele ainda tinha de ouvir isso incontáveis e insuportáveis vezes.
Poder partilhar como os fatos aconteceram, e os sentimentos de nosso imperador à ocasião de sua trágica decisão, é enriquecedora. Um livro sensacional, e que serve de vitrine para evitarmos os julgamentos precipitados. Se o nosso amigo Manoel da Motta Coqueiro tinha uma missão na vida, ele a cumpriu, pois a sua tragédia mudou a história da legislação brasileira. Recomendadíssimo.

Marchi, Carlos. Fera de Macabu, o maior erro da justiça brasileira. 

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Feliz dia Internacional da mulher

terça-feira, 8 de março de 2016

Resultado de imagem para dia da mulher

Não sei se realmente compreendo a comemoração desta data. Saber que ela existe é um tapa na cara, já que ela está marcada pela desigualdade que as mulheres são submetidas. Mesmo se tratando de uma comemoração tão antiga, ainda hoje é necessário gritar ao mundo os direitos da mulher. Em um tempo que a modernidade nos leva tão longe, a mulher ainda é vitima de opressão, maus tratos, espancamento e abusos. Eu sei que no mundo existe tanto homens, quanto mulheres de índole e integridades duvidosos, isto quanto possuem algum destes predicados. Independente de religiosidade, será que é tão difícil assim as pessoas praticarem a empatia??? Para mim me parece uma solução tão simples: nós queremos estar no nível dos melhores porque nós somos melhores. Não queremos tirar o lugar de ninguém. Querer ser bom, estar bem e vencer, não significa puxar o tapete de ninguém. Às vezes me pergunto se o objetivo da comemoração realmente é exaltar a luta da mulher. É constante a mulher ser vitima de algum ato cruel praticado pelo homem e ainda ouvir deste: "Não queria direitos iguais? então aguenta!" Até quando iremos tolerar esta desumanidade? Até quando você será capaz de não sentir nada? 
Independente de qualquer coisa, um beijo a todas as mulheres batalhadoras, guerreiras, mães e não mães. Atletas, empresárias e operárias. Parabéns, não por seu dia, mas por sua força, por sua fé, por sua perseverança. Que a sua indulgência te leve longe, por caminhos de pedras, mas com muitos perfumes e sucesso.

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Novidades & blá blá blá

segunda-feira, 7 de março de 2016

Bom dia!!!!

Como vocês estão? Se estiverem como eu, garanto que estão em uma correria só. Eu li em algum lugar que a culpa do tempo passar tão rápido é toda nossa que vivemos correndo pra lá, uma urgência pra cá, mas eu não concordo. Apesar de que foi o homem quem inventou os prazos e mais prazos que hoje somos obrigados a cumprir... É pode ser... Mas enfim, o resultado é que vivemos em função de prazos e obrigações. Até o fim de semana voa e mal piscamos. Principalmente quando se engatilha um projeto após o outro. Este ano eu estou assim. Mal concluo uma coisa e já estou inventando outra. Primeiro foi o aniversário, pela primeira vez nem me preocupei com a mini viagem de férias, só por causa dele. Quando retornei começou minha sina pra construir uma espreguiçadeira de paletes. Foram horas de pesquisas de modelos de estrutura, de futon, estampas, impermeabilidade. Depois foi hora de achar local pra comprar os benditos paletes, consegui comprar e fui eu inventar de trocar o guarda roupa, pensa daqui, escolhe dali, encasqueto e a cor eleita é o branco. Até que descubro que nenhuma loja tem o bendito nesta cor pra entrega imediata, só com encomenda pra entrega em até 30 dias úteis...


Desisto do branco pra resolver o problema imediatamente e...
Decido que pra comprar um guarda-roupas novo, preciso pintar os quartos antes pra não ter que tirar o dito do lugar quando fosse pintar no meio do ano. Vou atrás do pintor, santo pintor, e já programo tudo. Daí ele me pergunta o que fazer com as persianas.
Tudo bem! Também era planos mandar lavar as persianas e saio em busca de uma empresa para executar o serviço. Pesquisa daqui, pesquiso dali. Gente!!!! Prestação de serviços vocês tem que pesquisar ao menos cinco empresas diferentes. Se eu chamo a mesma empresa que as instalou, eu teria pago o DOBRO!!!! Exatamente. E eu questionei a mulher da empresa, perguntei se os preços dela estavam corretos porque era o dobro da segunda opção. Ela não hesitou e disse que sim. OK! Direito dela. Só dei tchau. As outras opções foram descartadas por motivos diversos. A empresa que fechei nem foi a mais barata, mas foi a que me inspirou confiança no telefone. Depois disso tudo, só colocar as mãos na massa... E como trabalhei! E na hora de comprar o guarda roupas... Desisti de comprar e mandei fazer... e junto a cozinha... E ainda estou mexendo na espreguiçadeira, depois eu mostro para vocês. E ainda não contei do outro projeto... Este é ainda segredo!



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