Um caso Perdido - Colleen Hoover

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Em seu último ano de escola, Sky conhece Dean Holder, um rapaz com uma reputação capaz de rivalizar com a dela. Em um único encontro, ele conseguiu amedrontá-la e cativá-la. E algo nele faz com que memórias de seu passado conturbado comecem a voltar, mesmo depois de todo o trabalho que teve para enterrá-las. Mas o misterioso Holder também tem sua parcela de segredos e quando eles são revelados, a vida de Sky muda drasticamente.

Sky vive sozinha com sua mãe adotiva Karen há treze anos. Apesar da confiança mútua, ela não gosta de alimentar qualquer decepção da mãe super protetora. Somente agora aos dezessete anos que ela conseguiu permissão para frequentar o último ano do ensino médio em uma escola, pois até então ela foi educada em casa com muito rigor. Em sua casa não era permitido telefone, televisão ou celulares. Comiam apenas comidas saudáveis, assistiam ou liam somente conteúdo politicamente correto. Mas Sky já tinha o hábito de burlar as regras alimentares, assim como outras. Ela só não contava que quando conseguisse a tão sonhada liberdade estudantil, sua melhor amiga, Six, iria abandoná-la para estudar em outro país. Foi uma frustração, mas Six faria de tudo para mantê-las em contato, até mesmo driblar uma das regras de Karen, que era sobre manter um celular. Além da frustração da ausência de Six, ela ainda sofreu com o bullyng na escola, porém ela tinha um jeito bem especial de lidar com as maldades sofridas, ela tinha um dom para reverter tudo em benefícios próprio. Um dia, quando estava em um supermercado, ela notou um jovem bonito que também a notou. Porém como ele a observava era mais intensa, chegando a ser desconfortável. Passados alguns dias, eles se encontraram novamente na escola, apesar de achar o jeito dele bem estranho, Sky passou a travar um relacionamento peculiar com Dean Holder. Ele era um garoto que a fazia se sentir diferente de tudo que já sentiu até hoje com qualquer outro garoto. Ele carregava uma carga dramática em sua própria vida, e que de alguma forma tinha uma ligação com Sky.
Quando me viro, ele está bem na minha frente, me encarando. A expressão em seus olhos tem uma leve malícia, mas também tem seriedade suficiente para fazer meu coração palpitar. (Pág. 113)
Mais um livro da diva Colleen Hoover. Ela consegue mudar o ritmo de um livro para o outro sem perder a qualidade da escrita. Suas histórias são como iscas e nós somos fisgados por seu estilo impressionante. Sky é forte, sabe que foi adotada, mas nem de longe sonha com a verdadeira história por trás de sua adoção. Holder perdeu uma irmã de forma trágica, sofreu muito e foi atraído por Sky desde o início. Um encontro arrasador e emocionante com muitas descobertas.

Hoover, Colleen. Um caso Perdido. Rio de Janeiro: Galera Record, 2014.

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Top Filme #49

quarta-feira, 31 de agosto de 2016


Gênero: Romance, Drama
Elenco:  Michelle Monaghan, James Marsden
Adolescentes, Amanda (Liana Liberato) e Dawson (Luke Bracey) se apaixonam. O pai da garota não aprova o relacionamento e, com o passar do tempo, os jovens acabam se afastando e tomando rumos diferentes. Duas décadas mais tarde um funeral faz com que os dois (Michelle Monaghan e James Marsden) voltem à cidade natal e se reencontrem. É o momento de ver se os sentimentos persistem e avaliar as decisões que tomaram na vida

Fonte: http://www.adorocinema.com/ 



Assistir um filme baseado em um livro do Nicholas Sparks sem ter lido o livro, é uma caixa de surpresa bem arriscada e eu resolvi correr este risco. o filme inicia com Amanda e Dawson maduros, enfrentando os seus dramas particulares: ela com um casamento desgastado e ele com um acidente de trabalho que quase lhe tirou a vida. É quando um grande amigo dos dois, que deu abrigo ao Dawson jovem, falece e deixa um testamento que força o reencontro destes dois corações apaixonados e atormentados. Em um fim de semana, várias lembranças virão a tona, boas e ruins, obrigando-os a analisarem a vida de sua posição atual. 
Para quem é fã do Nicholas, sabe que são muitas emoções garantidas, que valem a pena.


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Talvez um dia - Colleen Hoover

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Sydney acabou de completar 22 anos e já fez algo inédito em sua vida: socou a cara da ex- melhor amiga. Até hoje, ela não podia reclamar da vida. Um namorado atencioso, uma melhor amiga com quem dividia o apartamento... Tudo bem, até Sydney descobrir que as duas pessoas em quem mais confiava se pegavam quando ela não estava por perto. Até que foi um soco merecido. Sydney encontra abrigo na casa de Ridge. Um músico cujo talento ela vinha admirando há um tempo. Juntos, os dois descobrem um entrosamento fora do comum para compor e uma atração que só cresce com o tempo. O problema é que Ridge tem uma namorada, e a última coisa que Sydney precisa agora é se transformar numa traidora.
Sydney já tinha notado o jovem atraente que sempre tocava violão na sacada do apartamento vizinho, e claro, sempre que podia escapava para a sua varanda e ficava por lá, disfarçadamente acompanhando. Cansada de imaginar a letra, acabou ela mesmo criando uma que passou a murmurar para si mesmo. Até que um dia, Ridge percebeu o movimento dos lábios de Sydney e ficou louco de curiosidade, já que há muitos dias ele vinha sofrendo um bloqueio criativo. Em um arroubo ele chamou a atenção de Sydney pela sacada do outro lado e conseguiu dela o telefone que passaram a trocar torpedos. Seduzida pelo charme de Ridge, Sydney acabou entregando a letra que criou para a música dele e que o deixou maravilhado com o talento da garota. De seu apartamento, Ridge tinha uma visão privilegiada do apartamento de Sydney e não achando justo com ela, acabou entregando que o namorado dela também pegava Tori, colega de apartamento e melhor amiga de Sydney, tudo no dia de seu aniversário de 22 anos de idade, o que acarretou em Sydney largada na rua da amargura embaixo de um temporal. É Claro que Ridge deu um jeitinho de abriga-la em seu apartamento, onde morava também Meredith e Warren, ambos com comportamento bem peculiares. Apesar de magoada por Ridge ter revelado a traição apenas duas semanas após terem se conhecido, ela acabou aceitando a oferta, sem imaginar sua vida daria diversas voltas de cento e oitenta graus, colocando em cheque a sua crença em si mesma.
Alívio é o que eu sinto no instante em que nossos lábios se encontram. É como se todo sentimento reprimido e negado que tenho em relação a ela tivesse se libertado de repente, e finalmente conseguisse respirar pela primeira vez desde que a conheci. (Pág. 171)
Quatro a zero para Colleen Hoover. Quatro livros lidos. Quatro notas cinco estrelas, favoritos, apaixonantes, carismáticos, empolgantes, mais outras tantos adjetivos que descrevem um romance forte, de partir o coração e lavar a alma. De Colleen lemos até a lista de supermercado.

Hoover, Colleen. Talvez um dia. Rio de Janeiro: Rio de Janeiro, 2016.

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A caminho do altar - Julia Quinn

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Ao contrário da maioria de seus amigos, Gregory Bridgerton sempre acreditou no amor. Não podia ser diferente: seus pais se adoravam e seus sete irmãos se casaram apaixonados. Por isso, o jovem tem certeza de que também encontrará a mulher que foi feita para ele e que a reconhecerá assim que a vir. E é exatamente isso que acontece. O problema é que Hermione Watson está encantada por outro homem e não lhe dá a menor atenção. Para sorte de Gregory, porém, Lucinda Abernathy considera o pretendente da melhor amiga um péssimo partido e se oferece para ajudar o romântico Bridgerton a conquistá-la. Mas tudo começa a mudar quando quem se apaixona por ele é Lucy, que já foi prometida pelo tio a um homem que mal conhece. Agora, será que Gregory perceberá a tempo que ela, com seu humor inteligente e seu sorriso luminoso, é a mulher ideal para ele? A caminho do altar, oitavo livro da série Os Bridgertons, é uma história sobre encontros, desencontros e esperança no amor. De forma leve e revigorante, Julia Quinn nos mostra que tudo o que imaginamos sobre paixão à primeira vista é verdade – só precisamos saber onde buscá-la.
Gregory tinha uma profunda fé no amor, principalmente depois de ver todos os seus irmãos se casando apaixonados por seus pares, assim como aconteceu com sua mãe. Ele já vinha acalentando a necessidade de encontrar alguém, como seus irmãos e irmãs, mas ainda não tinha aparecido aquela que faria seu coração saltar no peito, além é claro das cobranças de sua mãe e de Antony, seu irmão mais velho e chefe da família, mesmo com as cobranças cada vez mais constantes, Gregory já tinha um jeitinho peculiar de se safar. Um dia, em uma das incontáveis festas oferecidas por sua cunhada Kate, ele se depara com uma donzela que o tirou do prumo, e tudo começou por causa de uma nuca. Ele jamais tinha visto na vida, uma nuca tão linda. A partir daí, Gregory se viu enfeitiçado pela estonteante beleza de Hermione Watson. Os cabelos mais louros que já tinha visto, quase brancos. Os olhos verde claros e uma graciosidade impar. Ele só não contava que o impacto seria unilateral. Hermione simplesmente era imune ao charme de Gregory e o ignorava completamente. Coube à sua melhor amiga, quase irmã, Lucy, para dar uma força para unir o casal. Lucinda era prometida pelo tio ao Lorde Haselby, um completo desconhecido, mas ela era satisfeita com o acordo. Até que se aproximou de Gregory para ajuda-lo a conquistar Hermione. Ela não contava que a personalidade de Gregory tinha mais a ver com ela própria do que com a Hermione, sua quase irmã, que por sua vez era apaixonada pelo secretário do pai. Uma verdadeira montanha russa de sentimentos. Lucy e Gregory estavam unidos para que ele conquistasse Hermione, mas e Lucy?
E, no fim, não importava. Não importava o que o coração dela sentia ou deixava de sentir, porque ela não poderia fazer nada a respeito. Que sentido fazia ter sentimentos se eles não poderiam ser direcionados para um fim tangível? Lucy tinha que ser prática. E ela era assim. Era sua única constante em um mundo que estava girando rápido demais para seu gosto. (Pág. 167).
Acabou... sniff sniff. Este é o ultimo livro da série Os Bridgertons. Como viver agora???
Mais uma história linda, romântica e engraçada. Gregory é o mais novo dos irmãos, e mesmo no auge dos seus vinte e seis anos, ainda é mimado pela mãe, e alvo certo para as brigas de Hyacinth. Mesmo passados uns quatorze anos entre o romance de Dafne até o romance de Gregory, para nós leitores é como se o tempo não tivesse passado. A autora manteve até o fim a linha romance x humor, e isso é sensacional, pois a leitura continua deliciosa do primeiro ao último livro e sempre apaixonados por cada um dos nossos amados personagens que deixaram muita saudades. Lucinda é inteligente e perspicaz, e leva com humor cada um dos fãs de Hermione, mas é com Gregory que ela decide que Hermione tem que ficar, mas claro que as teorias dela não são infalíveis, e nos divertimos e apaixonamos. Que pena que acabou, a saudade será grande, por isso não deixem de ler e deleitar com cada linha.

Quinn, Julia. A caminho do altar. Rio de Janeiro: Arqueiro, 2016.

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Top filme #48

quinta-feira, 25 de agosto de 2016


Gênero: Drama
Elenco: Blake Lively, Michiel Huisman, Harrison Ford
Título original:The Age of Adaline

Adaline Bowman (Blake Lively) nasceu na virada do século XX. Ela tinha uma vida normal até sofrer um grave acidente de carro. Desde então, ela, milagrosamente, não consegue mais envelhecer, se tornando um ser imortal com a aparência de 29 anos. Ela vive uma existência solitária, nunca se permitindo criar laços com ninguém, para não ter seu segredo revelado. Mas ela conhece o jovem filantropo, Ellis Jones (Michiel Huisman), um homem por quem pode valer a pena arriscar sua imortalidade.
Adoro quando assisto um filme sem grandes informações, sem influência de terceiros e totalmente sem compromisso. E foi assim que acabei assistindo A incrível história de Adaline. Primeiro fui atraída pelo título poético e pelo cartaz encantador. A história possuí umas partes que são narradas de forma serena e provocante, já que me instigou mais profundamente na história. A história é linda e Adaline é uma mulher que sofre por sua condição especial, vivendo sem envelhecer, perdendo pessoas queridas, o que a obriga a não se envolver com ninguém, até o momento que isso não é mais possível evitar. Um drama com romance que adorei assistir.  

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A garota Italiana - Lucinda Riley

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Uma inesquecível história de amor, traição, paixão, obsessão e música. Aos onze anos de idade, Rosanna Menici conhece o cantor Roberto Rossini, uma estrela em ascensão no mundo da ópera italiana - e o homem que mudaria sua vida para sempre. Incentivada - e apaixonada - por ele, Rosanna passa a se dedicar ao estudo do canto lírico, torna-se cantora profissional, e logo os dois se encontram nas salas de concerto mais famosas do mundo, dividindo não só o palco como também o mesmo destino. Com seu talento incomum para descrever ambientes e evocar sensações e sentimentos universais, Lucinda Riley nos leva a acompanhar a trajetória de Rosanna, desde os bairros pobres de Nápoles até os teatros mais glamourosos do planeta, trazendo à tona, com sua prosa inconfundível, as alegrias, tristezas, frustrações, decepções e redenções do amor.
Rosanna Menici era a caçula de uma família italiana típica. Os pais possuíam uma cantina em Nápoles, e viviam sem luxos, mas com dignidade. Além de Rosanna, ainda tinha a filha mais velha Carlotta e Lucca, o filho mais generoso. Carlotta estava naquela fase difícil de namorados e afetações e Rosanna transitava entre o fim da infância e início da adolescência. Seu trauma era não possuir a beleza de Carlotta, uma vez que ainda estava em fase de crescimento. Em uma noite em que os pais iriam comemorar o aniversário de casamento de um casal de amigos, Rosanna descobriu os dois amores de sua vida. Primeiro por Roberto, um jovem cantor, filho do casal que aniversariava, e pela ópera. Forçada a se apresentar, sem nenhuma pretensão, ela se sentiu envaidecida quando Roberto a elogiou, assim como os demais convidados e incentivou a procurar por um professor de canto. Porém os pais de Rosanna não compartilhava da mesma opinião e logo cortaram o entusiasmo da garota. Para a alegria de Rosanna, seu irmão Lucca não pensava da mesma forma, e como era dono de um coração extremamente generoso, usou suas economias para pagar as aulas de Rosanna. Juntos, procuraram o professor indicado por Roberto, que se impressionou pelo talento de Rosanna e concordou em dar as aulas necessárias, por um preço irrisório. Os anos se passaram e a roda da vida não parou de girar. Após anos de aulas, Rosanna foi embora para Milão, em companhia de Lucca, que foi designado pelo pai de ambos a cuidar de Rosanna enquanto ela estudava canto em uma grande companhia de Milão. Rosanna estudava incansavelmente, sempre em busca da supremacia de sua voz. A todos que a ouvia, despertava o mais puro encantamento por sua bela voz. Ela ainda acalentava dentro de si o sonho de apresentar uma peça ao lado de Roberto, mas ela tinha total conhecimento da fama de mulherengo que ele carregava, e tinha sido advertida várias vezes para não se envolver. Porém o amor foi mais forte do que o bom senso, e após se envolverem, se casaram em uma cerimônia secreta, típica dos apaixonados.  A decisão de ambos decepcionou várias pessoas, que nada puderam fazer para impedir, porém era evidente o amor que os unia. Juntos, se transformaram na dupla mais requisitada das óperas mundiais e o sucesso foi inevitável para ambos. Devido aos arroubos de sua paixão, Rosanna tomou decisões que pesaria em seu currículo profissional e em sua relação com sua família. Os anos se passam, e a realidade inevitável bate à sua porta de forma cruel, colocando à prova o seu amor.
Fez-se silêncio quando ele soltou a voz.
Rosanna ficou imóvel, escutando o som mágico daquela voz.
Quando o tom foi se elevado e se aproximando de seu clímax, Roberto estendeu as mãos e pareceu tentar alcançá-la.
E foi nesse instante que ela entendeu que o amava. (Pág.20)
 Quem já leu as resenhas anteriores de Lucinda Riley, sabe que sou muito fã da autora. Lucinda tem uma forma muito única de escrever, e eu me apaixonei por todos os livros que li. A garota italiana, por ser uma de suas primeiras obras, possui um estilo diferente dos livros mais atuais. Este ao contrário dos demais, não é escrito em dois tempos. Tudo começa em 1966 e vai crescendo ao longo do tempo que se passa. Rosanna é tímida nos seus onze anos de idade, enquanto que Roberto já possui uma bagagem de vida dos seus 28 anos, mas que não impede o encantamento de Rosanna no auge de sua inocência infantil. Envolvida pelos dramas familiares, mas alheia a eles, ela cresce ao mesmo tempo que desenvolve o seu talento nato e conquistando os seus fãs. Eu amei A garota italiana. Ele consegue despertar no leitor os sentimentos mais contraditórios, o que na minha opinião, é garantia de se emocionar. Eu continuo recomendando Lucinda Riley, eu também esta obra linda e emocionante, A garota Italiana. 

Riley, Lucinda. A garota italiana. São Paulo: Arqueiro, 2016.

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Novidades & blá blá blá

segunda-feira, 22 de agosto de 2016


Bom dia!!!!

Hoje entramos na última semana de agosto, e como este mês foi intenso!!! Meodeus!!! Há quem diga que "Agosto mês do desgosto", mas não podemos colocar a culpa somente no mês de agosto não. A coisa anda tão feia, que devemos dar graças a Deus por cada dia concluído e aguardar o nascer de um novo dia orando para ser melhor, pois somos brasileiros e não desistimos nunca.
Falando em ser brasileiro... Que olimpíada mais linda que fizemos!!!! Quando eu marquei minhas férias, nem me lembrava que se daria no mesmo período e adorei. O detalhe que o projeto de ler o máximo possível nas férias não foi possível cumprir, já que a agenda esportiva ficou extremamente intensa. Eu sempre marquei minhas férias para os meses de outubro ou novembro para viajar. Amo viajar gente. E praia é o meu destino certo. Para mim, não há viagem mais relaxante e terapêutica do que o mar. Como eu amo o mar!!! Mas este ano eu tinha outros projetos. Algumas pessoas sabem, outras não, de que há dois anos que venho tentando reeducação alimentar e consegui perder aproximadamente 20kg, Um resultado muito positivo, mas ainda um pouco distante do meu objetivo final. Incentivada por minha irmã, resolvi procurar uma cirurgiã plástica para dar uma contribuição para melhoria da minha auto estima, e não me arrependi. Passei pelo procedimento no dia 09 e por isso estou há duas semanas de molho em casa, saindo só para os curativos, sem sair de casa para mais nada. Fazendo caminhadinhas na varanda, dentro de casa, e trajando os paramentos pós cirúrgicos, mas extremamente feliz. Como nos primeiros dias toda posição era desconfortável, não foi possível sentar aqui e escrever nadinha de nada. Mas... como estava em casa, assisti ao máximo de olimpíadas. Que coisa mais linda, não só pelas medalhas que conquistamos, que não foram tantas, mas pelas emoções mesmo. Nós brasileiros temos o hábito de falar mal do brasileiro, mas que coisa linda que é o povo brasileiro quando se une em torno de um objetivo e deu tudo certo. Por incrível que pareça, as cenas constrangedoras foram todas protagonizadas pelos estrangeiros e que mico... Fico pensando sobre isso e só consigo concluir que precisamos ser mais empáticos, não nos desvalorizar, sempre valorizar os pontos fortes e os pontos fracos cuidar para que diminuam. Falar bem de um país  estrangeiro desmerecendo o nosso não resolve seus problemas. É o mesmo que ficar de olho na casa do vizinho e não cuidar da sua, não adianta nada. O Brasil, com seus problemas, e sabemos que são muitos, é um excelente país, que merece nosso carinho e dedicação. Quem faz de nossa casa um bom lugar para viver, somos nós mesmos, mais ninguém. Ou alguém acha que o nosso canoísta Isaquias, ou nossas judocas, ou todos os outros, teriam ganho medalhas se estivessem em casa chorando as pitangas??? Vamos gente... sacudir a poeira e dar a volta... por cima, por baixa, seja como for. 
Uma linda semana, abençoada de vitórias a todos.


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O mensageiro - Lois Lowry

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Há seis anos, Matty chegou ao pacato Vilarejo. Sob os cuidados de Vidente, um cego que tem uma visão especial, ele amadureceu e se adaptou à nova vida. Agora, espera receber seu nome verdadeiro, que determinará seu valor ali, como ocorre com todos os habitantes. Contudo, algo nefasto está se infiltrando no Vilarejo, e os moradores, antes orgulhosos de receber forasteiros, passam a exigir que as fronteiras sejam fechadas para se protegerem. Por ser um hábil mensageiro, Matty é encarregado de avisar os outros povoados sobre o bloqueio. Sua missão também tem outro grande objetivo: buscar Kira, a filha de Vidente, antes que seja tarde demais. Ele é o único capaz de viajar pela Floresta, que já provocou algumas mortes. O problema é que ela também está se tornando um lugar perigoso para o garoto. Mas muitos dependem de Matty. Então, armado apenas de um poder recém-descoberto, ainda incompreensível e incontrolável, ele se arriscará a fazer o que talvez seja sua última viagem.

Era isso que Matty tinha sentido na clareira –
 uma energia pulsante, como se ele  tivesse um relâmpago dentro de si – ,
 em um dia ensolarado, sem nenhuma tempestade se formando por perto. (Pág.39)

Matty é um garoto que, mesmo com as mazelas de sua vida, soube ainda na infância a se defender. Seu orgulho era a sua amizade com jovem Kira, a filha do vidente, mas isso na outra vila em que morava antigamente. Antes de saber que poderia ter novamente uma família e ser importante para alguém. Agora ele vide nesta nova comunidade, onde todos eram tratados humanamente, sem diferenças sociais ou preconceitos de qualquer tipo. Seis anos já se passaram desde que ele chegou ao vilarejo, com um garoto atrevido e pobre, para se transformar em um rapaz bom e honestos. Ele aos poucos está descobrindo que todas as pessoas são peculiares, possuem dons secretos que podem ajudar aos outros, mas ele não sabe é que o seu dom pode ajudar mais do todos os outros. Um estranho fenômeno vem acontecendo no vilarejo. Um fenômeno capaz de alterar o humor das pessoas, alterar a sua essência pura e transformar em algo ruim, mesquinho e vil. As pessoas que antes eram boa e generosas estão cada dia mais hostis e mesquinhas, e por isso decidiram de forma egoísta fechar as fronteiras e impedir a chegada de novos moradores. Matty então parte rumo ao seu antigo vilarejo para buscar Kira, já que esta era a promessa, ela deveria se unir ao pai quando sua própria missão estivesse concluída. Matty  precisará partir em uma grande e perigosa jornada, onde será testado muitas vezes e onde ele precisará vencer todas elas.
Eu havia ficado muito curiosa com o livro O doador de memórias e gostei da leitura, sabendo que tinha continuação, emendei já com o segundo e fiquei frustrada porque a história não tinha ligações com a primeira. Determinada a buscar esta amarração, cheguei ao O mensageiro, e a frustração permaneceu. Consegui as nuances de uns três personagens dos livros anteriores, porém ainda não é possível enxergar nenhuma amarração entre as três histórias, e então fui informada de que há um quarto livro. Agora é aquela sinuca: continuo e arrisco para ver o que dá, ou deixo como está? Matty é generoso e puro, assim com os demais moradores, mas qual é a verdadeira história do Vilarejo?

Lowry, Lois. O mensageiro. São Paulo, Arqueiro, 2016.

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Top Filme #47

quarta-feira, 10 de agosto de 2016


Gênero: Ação, suspense
Elenco: Matt Damon, Tommy Lee Jones e Alicia Vinkander


Fora do radar como lutator de rua, Jason Bourne (Matt Damon) é surpreendido por Nicky Parsons (Julia Stiles), que o procura oferecendo novas informações sobre seu passado. Inicialmente resistente, ele acaba voltando aos Estados Unidos para continuar a investigação e entra na mira do ex-chefe Robert Dewey (Tommy Lee Jones), que teme mais um vazamento de dados. Dentro na CIA, no entanto, a novata Heather Lee (Alicia Vikander) acredita que tentar recrutar Bourne para a agência seja a melhor solução.

Eu sempre gostei da série. ao longo dos anos me acostumei a sempre estar revendo uma ou outra cena na TV a cabo. Quando soube que haveria continuação, fiquei esperançosa de que seria uma finalização da história. Na verdade, achei muito " o mais do mesmo". Talvez meu cérebro esteja começando a encolher, porque não consegui encontrar sentido em mais um filme que na verdade repete as história anteriores, mas com pinceladas com novas matizes. Os fãs fervorosos irão gostar com certeza, pois ainda tem a pegada viciante das perseguições, dos mistérios. Fica a gosto do freguês.


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Sedução da Seda - Loreta Chase

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Talentosa e ambiciosa, a modista Marcelline Noirot é a mais velha das três irmãs proprietárias de um refinado ateliê londrino. E só mesmo seu requinte impecável pode salvar a dama mais malvestida da cidade: lady Clara Fairfax, futura noiva do duque de Clevedon. Tornar-se a modista de lady Clara significa prestígio instantâneo. Mas, para alcançar esse objetivo, Marcelline primeiro deve convencer o próprio Clevedon, um homem cuja fama de imoralidade é quase tão grande quanto sua fortuna. O duque se considera um especialista na arte da sedução, mas madame Noirot também tem suas cartas na manga e não hesitará em usá-las. Contudo, o que se inicia como um flerte por interesse pode se tornar uma paixão ardente. E Londres talvez seja pequena demais para conter essas chamas. Primeiro livro da série As Modistas, Sedução da seda é como um vestido minuciosamente desenhado por Loretta Chase: de cores suaves e românticas em alguns trechos, mas adornado com os detalhes perfeitos para seduzir.
“Aquela boca era o sonho de qualquer hedonista, um delicioso pecado. A sensação dela, a pressão obstinada – uma santa poderia tê-la rejeitado, mas ela não tinha uma gota de santidade no corpo. Marcelinne se entregou de imediato. Sua boca se abriu para receber a dele, para saboreá-lo, como não se permitira fazer da outra vez. Era um gosto de mil pecados e esses pecados tinham sabor de mel. (Pág. 79)

Marcelline Noirot é uma mulher que precisou enfrentar muitos revezes em sua vida. Filha de pai com comportamento moral peculiar, ela lutou a vida inteira para se desvincular da imagem dos pais. Para isso, cria suas duas irmãs mais jovens com zelo e dedicação, assim como sua própria filha, fruto de um curto casamento, vitimado pela peste. Determinada, ela se orgulha de ter um dom excepcional para avaliar as regras que dita o certo e o errado nos termos da moda. Ousada, ela busca sempre enxergar mais longe, mas, muito mais longe que as demais modistas de Londres, e para isso ela é capaz de se atrever de todas as formas, até mesmo seguir o noivo mais cobiçado do momento para que o convença de que sua futura duquesa deverá se vestir apenas com suas criações, o jovem sedutor Clevedon. E para isso ela irá segui-lo e chamar sua atenção pelas agitadas noites parisiense, em um ataque ousado e arriscado. Para ela, vestir lady Clara, a propensa noiva de Clevedon, era uma questão de honra, além é claro de conquistar definitivamente as melhores clientes da sociedade londrina. Ela só não esperava se apaixonar por este nobre sedutor, que possuía um coração imenso e generoso que a conquistava cada vez mais.

Essa autora é queridíssima das amantes dos romances de época e é claro que eu fiquei doida de vontade de lê-lo. No início achei um pouco monótono, mas o enredo foi se desenvolvendo de forma bem humorada, mantendo a narrativa leve e atraente. Marcelinne é uma mulher magnífica, com sua ousadia e coragem. Sem contar a sua sensatez, coisa rara de se ver em uma mulher que carrega um estigma familiar. Clevedon é o que tem a dose maior de comicidade, ele só quer ajudar, mas arruma cada confusão, acha que é normal. Loretta é Loretta e é impossível você não se apaixonar.

Chase, Loretta. As modistas -1: Sedução da seda. São Paulo, Arqueiro, 2016.

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Novidades & blá blá blá

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Bom dia!!!!!

Não gente, eu não desisti ou abandonei o Blog. Como contei para vocês no último post, algumas séculos semanas atrás, eu estou me envolvendo com algumas perícias, para fins didáticos, e foi um pouco mais exaustivo do que eu esperava, isso somando-se às questões familiares e o meu trabalho. O rendimento da minha leitura caiu desastrosamente, não tenho conseguido me dedicar como antes, mas continuo com meus livrinhos. Editora, por favor, me perdoe!!!



Mas estarei mais light nos próximos 21 dias, já que por causa do meu outro projeto, estou de férias, e espero ler muito, muito, muito. Oremos!

Neste período desejo ler muito, espero não ficar muito dopada para impedir isso. Ver muitos filmes, de preferência Como eu era antes de você, de novo, e algumas séries. Ah! e as olimpíadas, é claro. Quem é que não cruza os dedinhos quando o Brasil entra no ringue, tatame, quadra, campo e afins???
Semana que vem quero contar muito mais novidades. Me aguarde!

Beijos e boa semana. 



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Mais uma chance - Abbi Glines

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Grant Carter fez tudo em seu poder para convencer Harlow Manning que ele era um bom rapaz. Mais do que uma fala mansa e alguém em quem pudesse confiar. Ele teve de superar sua reputação como um playboy, e sua história com a meia-irmã de Harlow, Nan, uma mulher que é puro veneno. Harlow tinha agarrado a chance, caindo duro e rápido nos braços do cara que emocionou com o seu desejo que tudo consome. Depois de uma vida de evitar bad boys como Grant, ela abriu-se para as possibilidades de amor ... Mas um segredo rasgou-os, e agora Grant e Harlow devem decidir se eles podem lutar o suficiente para fazê-lo funcionar - ou se a dor da traição tem destruído permanentemente o seu futuro.

Grant não soube lidar com a informação de que Harlow possuía uma grave doença de coração e acabou fazendo tudo errado. Desta forma, Harlow partiu deixando Grant com o próprio coração despedaçado. Quando caiu em si, Grant tenta correr atrás do prejuízo, porém já é tarde demais. Harlow desapareceu da face da terra e não restou alternativa, senão amargar uma baita dor de cotovelo. Todos os dias ele ligava, sabendo que só ouviria a voz gravada na secretária eletrônica do celular e deixar o seu recado, que sempre ficava sem acabar. As lembranças de perder o melhor amigo Jace eram extremamente dolorosas, mas ficar sem Harlow estava superando todas as dores. O que ele não sabia ainda era que Harlow partiu levando no ventre um filho seu, o que agravava ainda mais sua condição de saúde. Harlow ficou arrasada com a reação de Grant ao lhe contar sobre sua doença e foi se esconder na fazenda de seu irmão Mase. Lá ela sabia que estaria segura de tudo e de todos, principalmente porque sabia que iriam exigir que fizesse um aborto, coisa que ela jamais aceitaria. Aquele filho era mais do que um sonho, era o que lhe sobrou do amor de sua vida. Ela estava disposta a enfrentar o mundo, e mesmo que fosse a última coisa que fizesse na sua vida, ela teria o seu filho.
Ele parou, procurando respostas no meu rosto. Eu teria de dizer a ele, e ele iria embora quando compreendesse. Mas, naquele momento, eu precisava dele. Não estava pronta para contar a ele sobre o bebê e manda-lo embora com medo.

Este livro foi particularmente diferente de todos os outros. Ele possui uma dose maior de tensão dramática. Devido a sua condição Harlow possui uma gravidez de risco e contraria a todos se recusando a fazer um aborto. Grant se divide no amor da amada e satisfazer sua vontade evitando contrariá-la. Adorei o desenlace do enredo, e principalmente dos vislumbres do destino de alguns personagens. Continuo apreciando a série. 

Glines, Abbi. Mais uma chance. São Paulo: Arqueiro, 2016

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Top filme #46

quarta-feira, 29 de junho de 2016


Elenco: Emilia Clarke, Sam Clafin, Janete Mc Teer
Drama, Romance

Sinopse: Adoro Cinema
Rico e bem sucedido, Will (Sam Claflin) leva uma vida repleta de conquistas, viagens e esportes radicais até ser atingido por uma moto, ao atravessar a rua em um dia chuvoso. O acidente o torna tetraplégico, obrigando-o a permanecer em uma cadeira de rodas. A situação o torna depressivo e extremamente cínico, para a preocupação de seus pais (Janet McTeer e Charles Dance). É neste contexto que Louisa Clark (Emilia Clarke) é contratada para cuidar de Will. De origem modesta, com dificuldades financeiras e sem grandes aspirações na vida, ela faz o possível para melhorar o estado de espírito de Will e, aos poucos, acaba se envolvendo com ele.

Dizer que amei o filme é pouco. Este livro eu havia ganho há muito tempo, mas estava ali aguardando o seu momento... até que assisti o trailer do filme assim que foi liberado e de imediato me apaixonei e corri para ler. A história é linda, com uma carga emocional muito grande. Li somente as chamadas críticas dos "conhecedores" da sétima arte, mas fui indiferente. Uma história tão profunda, com mexe profundamente com nossas emoções, e muito bem interpretadas, quem tem que dizer se é bom ou não, somos nós. Muito, muito bela. Uma história para se assistir, de novo, e de novo... e de novo. Ah... leva lenços. 




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No seu olhar - Nicholas Sparks

terça-feira, 28 de junho de 2016

Filha de imigrantes mexicanos, Maria Sanchez é uma advogada inteligente, bonita e bem-sucedida que aprendeu cedo o valor do trabalho duro e de uma rotina regrada. Porém um trauma a faz questionar tudo em que acreditava e voltar para sua cidade natal, a pequena Wilmington. A cidade também é o lugar que Colin Hancock escolheu para se dar uma segunda chance. Apesar de jovem, ele sofreu mais violência e abandono do que a maioria das pessoas. Também cometeu sua parcela de erro e magoou mais gente do que gostaria. Agora está determinado a mudar de vida, tornar-se professor e dar às crianças o carinho e a atenção que ele próprio não teve. Colin e Maria não foram feitos um para o outro, mas um encontro casual durante uma tempestade mudará o rumo de suas histórias. Ao confrontar as diferenças entre os dois, eles questionarão as próprias convicções. E ao enxergar além das aparências, redescobrirão a capacidade de amar. Porém, nessa frágil busca por um recomeço, o relacionamento deles é ameaçado por uma série de incidentes suspeitos que reaviva antigos sofrimentos. E quando um perigo real começa a se impor, Colin e Maria precisam lutar para que o amor sobreviva. Com uma trama madura e repleta de emoções e de suspense, No Seu Olhar mostra que o amor às vezes é forjado em crises que ameaçam nos destruir e que o primeiro passo para a felicidade é acreditar em quem podemos ser.
A pior rejeição que um jovem pode sofrer é ser rejeitado pela própria família. Colin passou por essa dor e conhece bem. Nascido em uma família bem sucedida, ela só não foi capaz de lidar com uma alma tão carente de atenção, pois desde que nasceu Colin se sentia pouco bem vindo ao seio da sua família. Com isso, seus instintos eram de chamar a atenção, mas fazendo coisas erradas. Com muito sofrimento, ele chegou ao ponto onde a vida cobra um preço e exige que se tome uma decisão: qual o caminho seguir. E ele chegou à pequena Wilmington com a intenção de recomeçar sua história. Mais maduro, ele não se preocupa mais em se fazer aceito, para ele, ele sozinho se bastava. Mas ele tinha um grande amigo, Evan e sua noiva Lily. Os dois era toda a sua família e pelos dois ele daria a vida. Em uma noite chuvosa, o destino o coloca no caminho da doce Maria, uma mulher amedrontada, que voltou para a sua cidade depois de anos fora, agora fugindo de um trauma. Advogada em ascensão, ela é uma pessoa reservada que busca levar sua vida com calma e correção. Se interessar por uma figura como Colin, era uma coisa inimaginável em sua vida. Mas a franqueza daquele belo rapaz foi uma das coisas que mais a conquistou, e aos poucos os dois vão se entregando a um relacionamento franco e sereno. O que os dois não esperavam, era ter que lidar com um perseguidor fanático que ameaçava Maria. Para Colin que precisava acima de tudo, manter o autocontrole, era uma prova de fogo se controlar quando a mulher de sua vida se encontrava em perigo, e se descontrolar iria te custar um preço muito, mas muito alto mesmo: poderia custar o coração da única mulher que o amou verdadeiramente.
-Antes de você aparecer, eu tinha Evan e Lily, e achava que isso era o bastante. Mas não é. Não mais. Desde a semana passada. Estar com você faz com que eu me sinta vulnerável de novo, e não me sinto vulnerável desde que era um moleque. Não posso dizer que sempre gosto disso, mas a alternativa seria pior, porque significaria ao vê-la outra vez. (Pág.180)


Ler um livro do Nicholas sem um gelo na barriga, não é o ler de verdade. E desde o início do livro este gelo esteve presente em mim. A química entre Colin e Maria é cativante desde o primeiro minuto: ela aterrorizada debaixo de um temporal, com medo dele, e ele, todo resiliente, fingindo não perceber o terror que ela estava sentindo, com medo dele. E depois, quando sua irmã arma o encontro entre os dois, o encanto... Mas Colin... Como não sentir o coração palpitar... E uma imensa vontade de colocá-lo no colo e apagar suas mágoas. A amizade de Evan e Lily... Eu queria amigos assim. Fiquei com um medinho danado do desenrolar da trama. Com tanto envolvimento, tanta paixão foi só mesmo ir ao fim desta bela história de amor. Como não se apaixonar por eles?? Impossível. 

Sparks, Nicholas. No seu olhar. São Paulo: Arqueiro, 2016.

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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Bom dia!!!

Depois de sumir por semanas, eis que arrumo uns minutinhos para nós. Eu falo assim porque no exato momento que consigo sentar-me aqui para escrever, é o momento que sinto ser inteiramente meu ou nosso. Não tem sido dias tranquilos, mas que com serenidade vamos procurando vencer. como sempre conto aqui para vocês, eu sou uma pessoa que está sempre envolvida em algum projeto. Eu não os abandonei, pelo contrário, devagar vão caminhando. Eu digo devagar porque infelizmente saúde é uma coisa que nos joga na realidade de uma forma bem agressiva, e já fazem alguns meses que estamos passando por uma questão de saúde em casa com meu pai. Acredito que em breve estará normalizado, mas enquanto esse dia não chega, vamos administrando. Nos fins de semana que era o período que eu mais lia, tem sido o que não estou lendo, e isso é uma coisa que me deprime. Sinto como se meu tempo tem sido roubado e eu não consigo controlar. Mas eu não desanimo, mesmo que seja para rodar em outro ritmo, mas parar, nunca. Com isso tudo, só posso dizer: cuidem da saúde. Nada de excessos, pois todo excesso faz mal. Não adianta falar que não, pois ali em silêncio dentro de você, algo está acontecendo e que pode ser pior no futuro. 
Eu andei recebendo alguns livros da Editora Arqueiro. Meu coração quase parou, pois os livros de maio atrasaram e chegaram com intervalo de poucos dias com os lançamentos de Junho, por isso, lá vem overdose para vocês, mas overdose boa...
Romances de época... como não amar.

Terceiro livro da série O doador de Memórias. Não sei o que esperar...

Último livro da Série Os Bridgertons... S2...

Lucinda é amor...
Bom... estes são os mimos da editora que pretendo ler o mais rápido possível.
Esta semana fui com algumas chocólatras assistir o memorável Como eu era antes de você. E se você ainda não viu, corre porque ele é muito lindo, mas isso é assunto para outro post.
Beijo para vocês e boa semana.



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A história de nós dois - Dani Atkins

terça-feira, 31 de maio de 2016

Emma tem 27 anos, é linda e inteligente e vive cercada de pessoas que ama. Prestes a se casar com Richard, seu namorado desde a época de escola, ela não poderia estar mais empolgada. Mas o que deveria ser o momento mais feliz de sua vida de repente vira uma tragédia. Emma sofre um acidente e é salva por um estranho minutos antes que o carro em que ela viajava explodisse. Abalada, ela decide adiar o casamento. E nesse meio-tempo descobre segredos que a fazem questionar as pessoas nas quais sempre confiara a ponto de duvidar se deve se casar afinal. Para complicar, ela se sente cada vez mais ligada a Jack, o homem que a salvou e que não sai da sua cabeça. Jack é lindo, gentil e divertido, de um jeito diferente de todos que ela já conheceu. Por outro lado, é Richard quem ela sempre amou... Uma mulher, dois homens, tantos destinos possíveis. Como essa história vai terminar?
Emma estava vivendo uma vida de sonhos, mesmo com os obstáculos impostos pela saúde da mãe. Dentro de quinze dias ela irá se casar com Richard, seu amor de adolescência. Eles viveram um intenso romance na juventude, mas terminaram quando ela foi embora para Londres. Muitos anos depois ela precisou voltar para a pequena cidade em que nasceu para ajudar o pai a cuidar da mãe. Ela teve que abrir mão de muitos sonhos, mas assim que voltou, reatou o antigo relacionamento com Richard e agora iriam se casar. Ao seu lado neste lindo sonho, estavam as suas duas melhores amigas: Amy e Caroline. Uma amizade que já perdura há muitos e muitos anos, e já se acostumaram a serem vistas sempre juntas e é claro que elas estariam ao seu lado como suas madrinhas. Assim como agora, na sua despedida de solteira. Tudo estava sendo perfeito, em uma noite só para mulheres em um luxuoso spa. Até o momento de retornarem para casa. Uma fatalidade! Um animal na pista acaba provocando uma batida e Caroline acaba capotando o veículo que dirigia indo parar dentro de uma vala à beira da estrada. Em choque, Emma, que se encontrava atrás do banco da motorista, fica presa às ferragens, mas sem perder a consciência e imediatamente ela percebe a ausência de Amy, que minutos antes do impacto havia soltado o cinto de segurança. Desesperada, ela instiga Caroline para que saia do veículo e procure socorro. Momentos depois ela é socorrida por Jack, um turista americano que passava pela estrada e se deparou com a trágica cena. Jack  empreende todas as suas energias em tirar Emma do carro que estava prestes a explodir, salvando sua vida. Ao retornarem à estrada, Emma encontra Caroline em choque, próxima a Amy que havia sido arremessada para fora do veículo, e se encontrava extremamente ferida. Jack, mesmo sem conhecer nenhuma das três, presta todo apoio e atenção, acompanhando-as até o hospital e amparando-a o tempo inteiro. Emma fica comovida por toda a atenção recebida de Jack, mesmo após seu noivo ter chegado ao hospital para acompanhar os procedimentos. Emma ainda não tinha noção de que naquela noite haveria muitas perdas... e ela teria que reaprender a reescrever a sua história.
Aquela noite havia marcado todos nós e, embora eu fosse a única que ainda trazia um lembrete visível no rosto, nada nunca mais foi o mesmo para nenhum de nós desde então. Muitas vidas foram modificadas naquela noite, muitos futuros foram reescritos. (Pág. 8)
Quem leu o livro Uma curva no tempo com certeza deve ter ficado ansioso para ler este mais recente romance da autora. O livro inteiro seguiu um roteiro e finalizou com o final surpreendente e eu fiquei imaginando como seria agora com este. Desde o início do livro estava com o coração na boca, passando por cada capítulo imaginando qual seria o desenrolar. Desde as primeiras páginas já sentimos aquele aperto na garganta, aquele estrangulamento sufocante, as lágrimas ameaçando descer. Emma é uma protagonista única, marcante, generosa e determinada. Ela ousou sonhar, partir da pequena cidade que nasceu e após anos, voltar, abrindo mão de seus projetos. Era uma amiga leal, filha amorosa, que de repente se vê apaixonada por dois homens. Uma história emocionante que já entrou para o rol dos favoritos.

Atkins, Dani. A história de nós dois. São Paulo: Arqueiro, 2016

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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Bom dia!!!

O mês de maio está acabando amanhã, e não sei se sinto um alívio ou desespero. O ano está voando e não sei onde vamos parar. O trabalho não para, sempre estamos correndo pra resolver alguma coisa. Só não podemos nos descuidar da saúde e das pessoas que amamos. Ano passado eu viajei de férias para Natal e uma semana depois de voltar fui surpreendida por uma pinta que estava se estacando das demais. Fiquei uma semana cismada e então após um sonho bem sugestivo me mandando olhar a pinta eu corri no meu médico e era uma pinta do mal...

Graças a Deus,  mais uma vez dei ouvidos aos meus instintos. Não se pode bobear. Já fui testemunha de um caso em que quando a pessoa foi alertada já era tarde demais. Os médicos dizem que existe algumas doenças silenciosas, pode até ser, mas eu acredito que o corpo sempre emite um alerta de que tem alguma coisa errada, basta se conhecer. 
Sobre a minha lista infindável de projetos... acabei não contando que o guarda-roupas ficou pronto no final de abril, e valeu a pena. Um sonho de guarda-roupas e logo fui para os armários da cozinha. Neste exato momento estou cultivando diversos pontos doloridos nas costas por ter passado o dia todo arrumando a bagunça do marceneiro e ainda não está pronto... 
Mas não tem problema... está quase acabando... quase.
Sobre o meu projeto secreto que estava em andamento, ele está andando... e com muitos pontos positivos. Depois que fiz o curso de Perícia, muitas janelas se abriram e várias dúvidas foram sanadas. Hoje mesmo estou indo buscar os meus primeiros processos a serem periciados. Torçam por mim, eu preciso entregar a primeira perícia para conseguir o meu registro de Perita, e para mim isto está sendo uma vitória. E como não podia deixar de ser... substitui o projeto que anteriormente era secreto por outro... Mas este só conto em agosto. 

Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor.Johann Goethe



Uma linda semana para todos!

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A escolhida - Lois Lowry

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Kira, uma órfã de perna torta, vive em um mundo onde os fracos são deixados de lado. A partir do momento da morte de sua mãe, ela teme por seu futuro até que é perdoada pelo Conselho de Guardiões. A razão é que Kira tem um dom: seus dedos possuem a habilidade de bordar de forma extraordinária. Ela supera a habilidade de sua mãe, e lhe cabe a tarefa que nenhum outro membro da comunidade pode fazer. Enquanto seu talento a mantêm viva e traz certos privilégios, ela percebe que está rodeada de mistérios e segredos, mas ninguém deve saber sua intenção de descobrir a verdade sobre o mundo.
Kira vive em uma comunidade de pessoas simples e retrógrada. Lá, as mulheres são proibidas de aprenderem a ler, as crianças que nascem com problemas físicos são descartadas, assim como as pessoas que ficam inválidas. A vida das pessoas é regiamente dirigida, de forma a não serem mais do que o permitido. Ela mesma, quase foi descartada por causa do defeito em sua perna, mas sua mãe lutou por sua vida e sempre deixou claro que ela deveria fazer o mesmo. Seu pai foi morto ante dela nascer, durante uma caçada, por uma das feras que tanto atemoriza os cidadãos. Desde que ela nasceu sempre foi ela e sua mãe. Sua mãe, uma bordadeira de extrema habilidade e importante para os anciãos, vivia para o trabalho e para Kira. Só que agora sua mãe está morta, vitima de uma doença desconhecida, mas temida. Após os quatro dias de luto, Kira tenta voltar para sua casa, mesmo sabendo que após a doença da mãe, o casebre que viviam foi incendiado. Estas eram as leis. Mas as pessoas mesquinhas da comunidade queriam lhe tomar o pouco que lhe sobrou, levando-a a um julgamento com a justificativa de defender o que lhe pertencia, assim como a própria vida. Durante o julgamento ela teve direito a um defensor, que realizou um excelente trabalho, porém a perda do terreno foi inevitável, mas ganhou um aconchegante quarto nas instalações onde habitavam os anciãos, além da tarefa de ser a nova bordadeira oficial da comunidade, responsável pela restauração da roupa do Cantor, ser mítico e importante para a comunidade. Kira sente o peso da responsabilidade, ao mesmo tempo em que algumas verdades se revelam.
Será verdade que não existem feras?, perguntava-se, e sua mente respondeu com um sussurro enquanto o bordado se enroscava, quente, na palma da mão.
Não tem fera nenhuma.
É isso mesmo caros amigos... O livro se desenrolou inteirinho... sem sinal de Jonas.
A vida de Kira é muito sofrida e cruel. A comunidade em que vive, é pobre, machista e extremamente cruel. As leis são arcaicas e arbitrárias, tornando a vida humana descartável e irrelevante. Kira tem uma missão, que ao mesmo tempo lhe garante um teto e alimentação, a impede de gozar a plena liberdade. Eu terminei o livro, mas espero ter em breve o desenrolar desta trama.

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O doador de memórias - Lois Lowry

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Em O doador de memórias, a premiada autora Lois Lowry constrói um mundo aparentemente ideal onde não existem dor, desigualdade, guerra nem qualquer tipo de conflito. Por outro lado, também não há amor, desejo ou alegria genuína.
Os habitantes de uma pequena comunidade, satisfeitos com a vida ordenada, pacata e estável que levam, conhecem apenas o presente o passado e todas as lembranças do antigo mundo lhes foram apagados da mente. 
Um único indivíduo é encarregado de ser o guardião dessas memórias, com o objetivo de proteger o povo do sofrimento e, ao mesmo tempo, ter a sabedoria necessária para orientar os dirigentes da sociedade em momentos difíceis. 
Aos 12 anos, idade em que toda criança é designada à profissão que irá seguir, Jonas recebe a honra de se tornar o próximo guardião. Ele é avisado de que precisará passar por um treinamento difícil, que exigirá coragem, disciplina e muita força, mas não faz ideia de que seu mundo nunca mais será o mesmo.
Orientado pelo velho Doador, Jonas descobre pouco a pouco o universo extraordinário que lhe fora roubado. Como uma névoa que vai se dissipando, a terrível realidade por trás daquela utopia começa a se revelar.

Jonas vive em uma sociedade programada.  As pessoas não são livres para expressar suas emoções. Elas vivem em uma vida cronometrada minuto a minuto, e a cada ano eles avançam uma etapa. As famílias são permitidas apenas um casal de filhos, e não são filhos próprios, mas sim gerados por Mães-biológicas. A vida de Jonas e seu núcleo familiar, assim como de tantos outros, eram programados para seguir um ritmo, sem música, sem cores, sem sentimentos. Seu pai era um Criador, pessoas designadas a criar as crianças nascidas das Mães-biológicas antes de serem destinadas a um núcleo familiar. As crianças a cada ano conquistava um novo direito: um ano vestir casacos virados para a frente, no outro, usar roupas com bolsos, no outro: andar de bicicleta... Até que aos doze anos era atribuído a cada um, uma profissão. A profissão era escolhida de acordo com a afinidade de cada um, observados durante o período de voluntariado. E aos doze anos Jonas recebe a difícil missão de ser um Guardador de memórias. Estas memórias lhe seriam passadas por um ancião responsável por esta missão, e Jonas descobriu que, muitas coisas eram roubadas dos cidadãos, dentre elas, o direito de guardar suas próprias lembranças.
Eu fiquei muito ansiosa quando saiu este livro e todos comentavam, principalmente quanto ao filme. Por isso, logo no amigo oculto da empresa, pedi os dois logo juntos, azar do Alexandre, pessoa econômica e equilibrado. O tempo passou e nada de ler o livro, até que uma chocólatra veio e me salvou: obrigada Alice! O livro realmente é empolgante, mas mais a partir do momento que ele recebe sua designação. E mais ainda após ele resolver que as coisas tinham que mudar...
- Mas porque todo mundo não pode ter as lembranças? Acho que seria um pouco mais fácil se as lembranças fossem partilhadas. O Senhor e eu não teríamos que suportar tanta coisa sozinhos se todas as outras pessoas assumissem uma parte disso. (Pág.117)

E aí você começa a roer as unhas até os cotovelos... e o livro acaba. Dando graças a Deus por ter o segundo livro, já fui emendando um no outro, e então...
Lowry, Lois. O doador de memórias. São Paulo, Arqueiro: 2014

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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Bom dia corações!!!!

Que se inicie mais uma semana abençoada a todos!
Eu confesso que não estou me sentindo em um período de muita sorte, mas tenho fé que é só uma fase e logo passa.
Falando em passar... o tempo não está passando... está voando!!! O que é isso???

Isso me lembra do poeta Mario Quintana e faço questão de compartilhar com vocês:

O Tempo
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está à minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Mario Quintana 
Por isso, não deixem pra depois um sonho, a vida é agora. Precisamos trabalhar? Sim. Precisamos estudar? Sim. Precisamos de tempo para a família? Também. Mas não se esqueça de você, você tem um enorme e importante compromisso com você mesmo, e não pode ficar adiando.
Por isso que faço tudo o que gosto, principalmente ler... Adoro!!! Depois que tomei gosto por ler dois livros ao mesmo tempo então, ninguém me segura. Isso aconteceu depois que o Sr. Cláudio disparou a me levar livros para me emprestar, e eu chocando os livros dele e não lia por conta da imensa fila, que cresce a cada dia mais. Como este ano reduzi as parcerias, decidi que, sempre estaria lendo um dos livros emprestados dele. Para isso fico sempre com um livro físico na bolsa e o kobo.



 Durante os trajetos leio no físico, na academia, durante os elípticos da vida e bicicletas, vou de kobo. Quase morro quando a bateria acaba. Vício é fogo, mas ainda bem que este é saudável. E bota saudável nisso! Quem dá conta aí de ler durante academia??? Nada melhor do que um estratagema para unir o amor ao necessário. Fica a dica!
Beijos e boa semana!!!

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Momento música #qualquer um

terça-feira, 10 de maio de 2016

Os dias passam devagar... Quase que a Luka acertava. Mas os dias não estão passando devagar não. O tempo está voando e corremos o risco de esquecer as coisas importantes e legais de nossas vidas. Ainda bem que de vez em quando acontece de algumas delas voltar e em momentos que mais precisamos.

I'will survive


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segunda-feira, 9 de maio de 2016

Bom dia!!!

Primeiramente gostaria de justificar a minha ausência nestes 30 e alguns dias. Como a maioria de vocês já sabem, eu sou contadora... É eu fiz isso. Eu escolhi esta profissão por medo de ficar desempregada. Pois é, não se justifica, mas foi bem isso. Então, voltando ao foco do nosso assunto, abril é o mês mais trash para quem trabalha com imposto de renda pessoa física, porque é trabalho de domingo a domingo. Eu mal vivi neste período, o que dirá ler, ver filmes, etc. Até algum tempo atrás, esta rotina dobrada tinha suas vantagens... $$$, mas agora estou repensando meus conceitos. Vai chegando em um ponto da vida que você começa a priorizar outras coisas. Eu ainda estou às voltas com vários projetos... continuar minha rotina saudável e perder alguns quilos ainda, voltar a estudar nem tanto, mas é preciso. Ah, e a novidade do mês... Estou ruiva!!!!


Esta foto é após a segunda sessão, já que como na fila das madeiras eu passei mais vezes do que o sensato, o cabelo está no tom da minha alma. É! Porque eu sempre disse que eu era uma branca de alma ruiva. E este era o único motivo a qual eu concordava de que não era perfeita, já que sofri a infância sendo chamada de bicho de goiaba, banana nanica e enferrujada, por conta das sardas. Eu chorava para minha mãe comprar um creme para tirar as sardas, mas em vão. O bom de se amadurecer é de ficar mais sensata, eu acho. Pelo menos eu não tenho mais a coragem dos dez anos para se subir em uma árvore e depois pular no banco de areia. Eu não vou dizer que eu era o cão, porque minha irmã era muito pior. Mas enfim, finalmente tomei a coragem de deixar meus cabelos acobreados. Até encontrar o tom deve demorar um pouco, mas tudo bem, o primeiro passo já foi dado e espero não ter que vender o rim para arcar com as despesas. 
Esta semana chegou novidades Arqueiro e eu amei a surpresa.


Quando eu vi aquele embrulho daquele tamanhão, até assustei. E quando abri, caí de amores. Agora é fazer uni dunitê para escolher qual ler primeiro. 



Uma linda e iluminada semana a todos.

"Quantos vivem toda a vida sem descobrir o que sabem e amam?
Tantos.
Não ser um desses, é essa a tua missão."
Richard Bach


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Era uma vez no outono - Lisa Kleypas

sexta-feira, 1 de abril de 2016

A jovem e obstinada Lillian Bowman sai dos Estados Unidos em busca de um marido da aristocracia londrina. Contudo nenhum homem parece capaz de fazê-la perder a cabeça. Exceto, talvez, Marcus Marsden, o arrogante lorde Westcliff, que ela despreza mais do que a qualquer outra pessoa. Marcus é o típico britânico reservado e controlado. Mas algo na audaciosa Lillian faz com que ele saia de si. Os dois simplesmente não conseguem parar de brigar. Então, numa tarde de outono, um encontro inesperado faz Lillian perceber que, sob a fachada de austeridade, há o homem apaixonado com que sempre sonhou. Mas será que um conde vai desafiar as convenções sociais a ponto de propor casamento a uma moça tão inapropriada?
Lillian Bowman era uma jovem determinada a não se deixar abater pelo desprezo e arrogância da nobreza inglesa. Filha de um industrial americano que ficou rico com muito trabalho e determinação, ela não se envergonhava de seu passado humilde e muito menos da avó lavadeira com quem aprendeu diversos palavrões, motivo este que deixava todos escandalizados. Sua personalidade extrovertida e autêntica nem sempre depunha a seu favor, já que não era de bom tom uma jovem com tais predicados. Com o objetivo de arrumar um marido nobre para injetar sangue nobre na linhagem da família, ela e a irmã vão para a Inglaterra com os pais para serem apresentadas à sociedade, para horror dos ingleses. Na frente dos pais elas se comportavam como duas doces donzelas, mas era só virarem as costas que elas saiam em busca de aventuras. Ela, juntamente com sua irmã Daisy, Evie e Annabelle eram conhecidas como flores secas, aquelas jovens damas que tomavam chá de cadeira nos bailes e não eram convidadas para nenhuma dança, mas que foram capazes de reverter as circunstancias após unirem suas forças para ajudarem umas as outras, tanto que Annabelle foi a primeira a se casar e com a sorte de ser com um grande amor. Agora era a vez de Annabelle, e elas estavam passando uma temporada na mansão do conde Marcus Westcliff, um homem sisudo e de família arraigada nas tradições, e que para Lillian era extremamente arrogante e insuportável. Ela só não contava que, por conta de um perfume muito especial, Marcus passou a reagir de forma inesperada na sua presença, mas que ela não pretende se deixar intimidar, já que para ela, ele não é uma opção, tamanho a sua ojeriza pelo conde. Ela só não imagina entrar nas confusões mais inesperadas, e tomar um caminho surpreendente para seu coração.
- Besteira – observou Lillian, indignada com a ideia. – Westcliff não é meu verdadeiro amor! É um idiota que se acha superior aos outros e com quem nunca consegui ter uma conversa civilizada.  (Pág. 84)
Segundo romance da série As quatro estações do Amor, demonstrou muito humor e romance. Lillian é o retrato fiel de independência e rebeldia, e vai logo contra Marcus, um homem treinado para suas responsabilidades, inapto para entregar aos momentos de irreverência e relaxamento, mas o dois junto é tapas e beijos. Amor e ódio. Um romance divertido, irreverente e sedutor. Mais um livro romancinho que amamos, que vale a pena se entregar.


Kleypas, Lisa. Era uma vez no outono. São Paulo: Arqueiro; 2016.

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Enquanto isso no skoob

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