Cinquenta tons de cinza - E L James

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Cinquenta Tons de Cinza - Quando Anastásia Steele entrevista o jovem empresário Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmática reserva de Grey, está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito independente de Ana, Grey admite que também a deseja - mas em seus próprios termos. Chocada e ao mesmo tempo seduzida pelas estranhas preferências de Grey, Ana hesita. Por trás da fachada de sucesso - os negócios multinacionais, a vasta fortuna, a amada família -, Grey é um homem atormentado por demônios do passado e consumido pela necessidade de controle. Quando eles embarcam num apaixonado e sensual caso de amor, Ana não só descobre mais sobre seus próprios desejos, como também sobre os segredos obscuros que Grey tenta manter escondidos.
Muito se foi falado da universitária virgem de vinte e um anos que vai entrevistar um empresário milionário, extremamente bonito e atraente e que acaba se submetendo aos seus caprichos sexuais nenhum pouco ortodoxo. Desde que foi lançado em 2012, muita coisa foi dita. Quando estive na Bienal de SP, justamente à época do lançamento, eu ainda não tinha ouvido falar sobre ele, mas claro que em plena bienal, não se falava em outra coisa e de lá para cá... Todos já sabem: há quem ame e quem odeie. No meu círculo de amizades, conheço quem detestou, quem abandonou e quem amou de paixão. As primeiras imagens que me foram passadas não foram animadoras, destacaram sempre o lado fraco do livro e com base nestas impressões decidi não ler. Mas passados estes três anos, após ouvir opiniões divergentes sobre o livro, optei por tirar eu mesma as minhas impressões. O livro tem aquilo que todo munda já conhece sobre a submissão, Boundage, sadomismo, etc, etc... Mas aos meus olhos consegui extrair o que considero em minha opinião, o algo mais. A jovem mulher que pouco conhece sobre relacionamento, mas que consegue ver romantismo e oportunidade de todos para uma recuperação, de um resgate. Ela se arrisca em salvar um espírito atormentado que apesar dos relacionamentos fúteis, não se entrega jamais. isto foi o que me chamou a atenção, que me fez ver que, valia a pena ir até o fim. Respeito a opinião de todos, mas a minha também. Eu não disse que a história não tem defeitos, tem, já que aguentar a deusa interior e patética foi de doer, mas... é possível passar por cima. 

James, E L. Cinquenta tons de cinza. Rio de Janeiro; Intríseca, 2012



1 Comentário:

thaila oliveira 1 de julho de 2015 08:19  

eu demorei muito para ler, mas quando li fui tragada pelo enredo! é bem diferente do que eu imaginava, como li como uma história de amor compreendi o sexo de forma diferente e também como algo libertador
http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/

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