Lançamento de "Amaldiçoadas" e "Ligeiramente Casados"

terça-feira, 30 de setembro de 2014



De Jessica Spotswood: Amaldiçoadas – As Crônicas da Irmãs Bruxas II



RESENHA:

“O final de Amaldiçoadas deixará os leitores chocados e ansiosos para descobrir o que Cate fará em seguida.” – School Library Journal

Cate Cahill tomou a decisão mais difícil de sua vida e resolveu largar tudo para proteger aqueles a quem amava, mas não poderia imaginar os obstáculos que ainda teria pela frente.

Agora, vivendo disfarçada entre as outras moças da Irmandade, ela precisa se manter a salvo dos implacáveis caçadores de bruxas e lidar com grandes dilemas pessoais, como a distância de seu grande amor e os conflitos que envolvem suas irmãs – Tess, uma menina doce e ingênua que guarda um grande segredo, e Maura, a jovem bela e ambiciosa que pretende fazer de tudo para se tornar o centro das atenções.

Será que Cate está pronta para liderar as bruxas de sua geração e ganhar o respeito de uma sociedade que condena a feitiçaria? E seria ela a bruxa da profecia, a mulher mais poderosa já nascida em muitos séculos e capaz de revolucionar a história do mundo?

Envolva-se ainda mais na história de Cate e de todas as mulheres fortes que a cercam e segure seu coração para torcer pelo amor de Cate e Finn neste volume que traz revelações imperdíveis antes da conclusão da saga das irmãs Cahill.


SOBRE A AUTORA:

Jessica Spotswood cresceu em uma cidade no interior da Pensilvânia, onde podia ser vista nadando, tocando clarineta, ensaiando para as peças da escola ou, principalmente, com o nariz enfiado nos livros. Escreve desde pequena, mas acabou se formando em artes cênicas. Mora em Washington com o marido dramaturgo e um gato chamado Monkey.

Visite seu site: www.jessicaspotswood.com

TRADUÇÃO: Ana Ban


TÍTULO ORIGINAL: Star Cursed


Mary Balogh: Ligeiramente casados - No início era apenas conveniência, mas eles acabaram se rendendo a uma ardente paixão



RESENHA:

“Mary Balogh começa esta série de seis livros com um casamento de
conveniência entre dois dos personagens mais autossuficientes que já conheci. É uma alegria acompanhá-los na descoberta de que podem, sim,
precisar de outra pessoa.” – Rakehell Reviews

À beira da morte, o capitão Percival Morris fez um último pedido a seu oficial superior: que ele levasse a notícia de seu falecimento a sua irmã e que a protegesse – “Custe o que custar!”.

Quando o honrado coronel lorde Aidan Bedwyn chega ao Solar Ringwood para cumprir sua promessa, encontra uma propriedade próspera, administrada por Eve, uma jovem generosa e independente que não quer a proteção de homem nenhum.

Porém Aidan descobre que, por causa da morte prematura do irmão, Eve perderá sua fortuna e será despejada, junto com todas as pessoas que dependem dela... a menos que cumpra uma condição deixada no testamento do pai: casar-se antes do primeiro aniversário da morte dele – o que acontecerá em quatro dias.

Fiel à sua promessa, o lorde propõe um casamento de conveniência para que a jovem mantenha sua herança. Após a cerimônia, ela poderá voltar para sua vida no campo e ele, para sua carreira militar.

Só que o duque de Bewcastle, irmão mais velho do coronel, descobre que Aidan se casou e exige que a nova Bedwyn seja devidamente apresentada à rainha. Então os poucos dias em que ficariam juntos se transformam em semanas, até que eles começam a imaginar como seria não estarem apenas ligeiramente casados...

Neste primeiro livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos apresenta à família que conhece o luxo e o poder tão bem quanto a paixão e a ousadia. São três irmãos e três irmãs que, em busca do amor, beiram o escândalo – e seduzem a cada página.


SOBRE A AUTORA:

Mary Balogh nasceu e foi criada no País de Gales. Ainda jovem, se mudou
para o Canadá, onde planejava passar dois anos trabalhando como professora. Porém ela se apaixonou, casou e criou raízes definitivas do outro lado do Atlântico.

Sempre sonhou ser escritora e tinha certeza de que, no dia em que escrevesse um livro, ele seria ambientado na Inglaterra do Período da Regência. Quando sua filha mais nova tinha 6 anos, Mary finalmente encontrou tempo para se dedicar ao antigo sonho. Depois de três meses escrevendo na mesa da cozinha, a primeira versão de sua obra de estreia estava pronta. Publicada em 1985, deu a Mary o prêmio da Romantic Times de autora revelação na categoria Período da Regência. Em 1988, depois de vinte anos de magistério, ela passou a se dedicar apenas aos livros.

Hoje Mary Balogh é presença constante na lista de mais vendidos do The New York Times e vencedora de diversos prêmios literários.

www.marybalogh.com


TRADUÇÃO: Ana Rodrigues



TÍTULO ORIGINAL: Slightly married

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Instagram: /editoraarqueiro


www.editoraarqueiro.com.br

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Momento música #150

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Bom dia Leitores!

Estamos iniciando mais uma semana dividida entre o fim e o início de mês. Torço para que ambos aconteçam com bastante harmonia e esperanças. E para alegrar, eu indico musíca:

Aerosmith


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Herdeiros do trono - Elysanna Louzada

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Os gêmeos, Pedro e Eloise Pontes, e Isabel Fernandez, a melhor amiga deles, sempre sonharam em entrar para a Academia de Cavaleiros, ao contrário de Tommy, irmão mais velho de Isabel, que desprezava a instituição. Mas quando Eloise descobre um segredo no passado de sua mãe, a vida de todos eles muda de maneira surpreendente. Mentiras. Intrigas. Amor e Sacrifício. Herdeiros do Trono, um romance épico que conta a história de dois irmãos em busca da verdade, de um jovem disposto a morrer por sua amada e de uma guerreira que sobreviverá a um teste que marcará sua vida para sempre.
Os quatro amigos Tommy, Isabel, Pedro e Eloise tinham uma amizade de longa data e nem se lembravam mais desde quando. Mas apenas que sempre estiveram presentes uns na vida dos outros, e assim também era a amizade de seus pais. No caso dos gêmeos Pedro e Eloise, o pai morreu quando ainda não eram nascidos e não tinham nenhuma lembrança da sua primeira infância e até então não tinham motivos para desconfiar de nada do que sua mãe contava. Vivendo em Petra sob uma ditadura, eles sonham em ir para a Academia de Cavaleiros, exceto Tommy que tinha outros sonhos, além da paixão platônica por Eloise. Ele simplesmente não acreditava na filosofia pregada pela Academia de Cavaleiros, mas seus três amigos sonhava com cada momento que se aproximava para o teste. Mas além de seus objetivos, eles ainda tinham que lutar contra um rei ditador e uma sociedade preconceituosa que sujeitava os demais seres humanos para a condição servil e humilhante. Basicamente existiam duas castas: Os Gazares de origem nobre e os mestiços que eram humilhados. E os quatro amigos lutavam, ainda que de forma tímida, contra este tratamento e até mesmo para uma mudança de atitude por parte dos governantes, mas tinham que ser cautelosos, pois o tratamento dado aos “rebeldes” era extremamente rigoroso. Até que um dia que Pedro e Eloise flagraram a mãe conversando com os pais de Tomy e Isabela e começam a desconfiar que todo o passado de que se lembram, esconde um grande segredo que os envolve, assim como ao pai deles. Surpreendidos pela partida da mãe, eles resolvem sair em uma jornada em busca de respostas, mas que acabará por revelar muito mais do que eles sonham imaginar.
Continuaram o caminho, que se afinava tornando-se apenas uma linha tênue, parecendo se projetar para fora da montanha. A altura naquele trecho era de causar vertigens. E a sensação ao percorrer a estrada era a mesma de quem se aventurava a subir uma corda bamba de trapezista sem ter familiaridade com o exercício. (Pág.121)
Elysanna Louzada é uma escritora do Espírito Santo e até então eu não a conhecia. Herdeiros do trono é o primeiro volume de uma trilogia e traz a história de quatro grandes amigos que partem em uma jornada em busca da verdade sobre suas vidas e sem saber que estão indo em direção ao destino que há muito tempo estava reservado. Percebi vários elementos bíblicos na narrativa, mas sem se tornar maçante, e que também nos leva a reflexão sobre as nossas escolhas e nossas decisões. A história é instigante, apesar de que em alguns momentos ficou um pouco arrastada, mas nada que diminuísse o foco da leitura e estou curiosa para a sequência. É claro que já tenho os meus favoritos, mas não vou contar para não influenciar ninguém.

Louzada, Elysanna. Herdeiros do Trono / Elysanna Louzada. São Paulo: Editora Ases da Literatura, 2013. 

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Bem-Casados - Nora Roberts

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Parker, Mac, Emma e Laurel, amigas de infância, ganham a vida realizando o sonho de inúmeros casais apaixonados. As quatro são proprietárias da Votos, uma empresa de organização de casamentos. Após ter trilhado um caminho muito duro para conseguir ser alguém na vida, Laurel McBane se tornou a criadora dos bolos e quitutes mais lindos e saborosos do estado. Ela preza sua independência acima de tudo e não aceita que ninguém interfira em suas decisões. Talvez por isso, apesar do sucesso profissional, ainda não tenha se entregado ao amor. Apaixonada desde sempre por Delaney Brown, irmão de Parker, ela nunca teve coragem de revelar seus sentimentos. Afinal, sabe que é como uma irmã para ele. Advogado da Votos, Del se sente responsável por cuidar não só dos assuntos burocráticos da empresa, mas também do bem-estar das quatro sócias. Porém, sua postura paternalista e superprotetora começa a gerar desentendimentos entre ele e Laurel. Mas essas diferenças de opinião também fazem ferver uma química que vinha cozinhando em fogo brando havia muito tempo, acendendo uma faísca que eles não sabem se conseguirão – ou se querem – conter. Agora Laurel e Del precisarão conciliar suas convicções e personalidades para que o orgulho não fale mais alto que a paixão.
Laurel é a mais pragmática das quatro amigas, e sempre teve os pés no chão com relação às diferenças entre as quatro. Mesmo com muita união e amor, ela sempre foi realista de que ela e Mackenzie tiveram muita sorte, pois das quatro foram as que mais sofreram com a instabilidade familiar. Quando as oportunidades lhe foram puxadas, ela teve sua fada madrinha que acreditou em seu potencial e em seus sonhos, permitindo que fosse para Nova Iorque estudar e se tornar uma grande chef confeiteira. E quando surgiu a oportunidade de ir para a França ela optou por ficar em Greewinch com suas melhores amigas e montar a Votos. A união deste grupo sempre surpreendeu a todos, pois desde crianças eles já andavam grudados, e os revezes da vida não foi capaz de destruir esta grande amizade. Delaney é um advogado jovem e bem sucedido. Irmão de Parker, rico e bonito. Sempre foi o protetor das quatro amigas, fazendo o papel não só de amigo e advogado, mas também o de irmão de todas elas, inclusive de Laurel, que nutre por ela um amor desde a adolescência, mas sempre escondeu de todos. Só que de uns tempos para cá, ela não tem mais conseguido disfarçar seus sentimentos. E em uma noite, quando o nível de estresse estava altíssimo, para castigar Del por seu comportamento super protetor, ela o agarra e o beija. Arrependida e preocupada com as consequências deste ato, ela conta para Parker, receosa de que esta atitude viesse a prejudicar a amizade deles. Mas ela acaba sendo surpreendida quando Del devolve o beijo em uma doce vingança e ainda sequestra seu sapato e pede resgate. Um desafio e tanto para quem não suporta perder, ela sente-se dividida entre se entregar ao momento onde tudo pode acontecer de acordo com seus sonhos mais românticos, ou com o futuro que pode ameaçar esta sólida amizade.
Você pode pensar que isto acabou, mas está enganada. Sequestrei seus sapatos. Entre em contato comigo em 48 horas ou será o fim dos Prada. (Pág.75)
Não tem como não se apaixonar por esta série! O ritmo continua intenso, com a amizade das quatro cada vez mais sólida e apaixonante. As cenas são divertidas, bem escritas e nos fazem dar boas risadas com muitas tiradas cômicas e inteligentes. Os desafios de se realizar os casamentos também são um capítulo a parte, pois de tabela somos presenteados com outros dramas e situações inusitadas. A união das quatro amigas sempre leais e que enfrentam juntas as felicidades e agruras do amor é o que nos emociona e nos diverte. É uma pena, mas agora só falta mais um e não vejo a hora de conhecer a história da Parker. Tenho para mim que metódica e inabalável Parker vai cair do salto e eu já sei quem será o responsável por este abalo, mas só te conto depois.

Roberts, Nora. Bem-casados / Nora Roberts. São Paulo: Arqueiro, 2014.


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Momento música #149

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Bom dia e uma linda semana a todos!

Música inspirada no livro ou livro inspirado na música? Não sei ao certo, mas adoro!

Sunrise - Norah Jones


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Momento música #148

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Bom dia!

Semana nova, a Energias Novas !!!

Uma Música Que É tudo de bom par sacudir Tudo, e that tenho escutado constantemente.

Feliz - Pharrell Williams


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Filha da profecia - Juliet Marillier

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A história de Fainne, criada pelo pai, Ciarán, em uma terra distante. Ao se tornar adolescente, ela é visitada pela avó, a malévola feiticeira Lady Oonagh, que a obriga a embarcar em uma terrível missão: infiltrar-se na família, em Sevenwaters, e impedir que seu tio Sean e seus aliados reconquistem as Ilhas sagradas – invadidas há gerações pelos escandinavos. Educada pelo pai usando seus dons de magia para o bem, ela, no entanto, agora se vê forçada a usar de artimanhas e maldade para atingir os objetivos de vingança de sua avó.
Cuidado, Spoillers dos livros anteriores.
Fainne é filha de Niahm, que é irmã de Liadam e filha de Sorcha, a filha da floresta. Muito tempo já se passou desde que sua avó passou por um grande e nobre sacrifício para salvar seus irmãos do feitiço da grande bruxa Lady Onagh. Desde muito antes, seus antepassados já proclamavam a profecia do filho com a marca do corvo que iria resgatar as ilhas que garantem ao povo de Sevenwaters  a segurança de muitas eras, das mãos dos bretãos. Fainne é fruto de um amor proibido e por isso carrega a marca desta união: uma deformidade no pé que a prejudica no caminhar e que também a envergonha. Ela vive isolada com seu pai Ciáran, nas Honeycombs de Kerry e nunca teve contato com seus parentes de Sevenwaters, mas graças ao seu pai, ela conhece a história que os marcou para sempre. Seu único amigo é o viajante Darrahg, que acabou também se tornando seu fiel companheiro de aventuras e que conhecia quase todos os segredos. Mas agora seu pai a prepara agora nos mistérios da magia e do autocontrole para que ela assuma seu posto junto à sua família. Ela só sabe que tem uma missão, mas não sabe qual. Até que seu pai desaparece e sua avó, Lady Onagh assume sua educação e treiná-la, com o pretexto de dar continuidade à dada por Ciáran. Mas Fainne odeia sua avó, mas teme pela vida de seu pai e acaba cedendo às suas chantagens. Lady Onagh obriga Fainne a aprender desde à magia mais negra, até a seduzir os homens com o intuito de manipulá-los, mesmo contra a sua vontade. Ela parte então para Sevenwaters, e ao conhecer seus tios e primos, ela acaba se envolvendo pelos sentimentos fraternos dos lanços sanguíneos e Lady Onagh passa a possuir mais uma moeda de barganha para manter Fainne dominada e servil.
“Eu não consegui falar. Meu coração estava disparado, e meu corpo, coberto de suor. Eu sabia que ela me vigiava, e que viria até mim cedo ou tarde. Mas não naquele momento. Não daquela maneira. (Pág.199)
Chegou ao fim esta maravilhosa trilogia e deixa um imenso gosto de saudades. Três histórias, contadas por três gerações de uma família marcada pela tragédia, desde o feitiço de Lady Onagh, que partiu meu coração. Este livro não é diferente em suas emoções, pois Fainne é uma personagem que cativa pelo seu sofrimento. Sua vida foi marcada pela tragédia da perda da mãe e sempre viveu sozinha com o pai, que é uma incógnita até o fim, assim como Fainne em sua missão, dividido entre o bem e o mal, o certo e o errado. Emocionante, profundo e intenso. Assim termina uma série perfeita, de uma escritora que continua me cativando e que espero que venha mais novidades para o Brasil.

Marillier, Juliet. Filha da profecia. São Paulo:  Butterfly Editora, 2014.



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Fênix: A ilha - John Dixon

quarta-feira, 10 de setembro de 2014


Sem telefone. Sem sms. Sem e-mail. Sem TV. Sem internet. Sem saída. Bem-vindo a Fênix: A Ilha. Na teoria, ela é um campo de treinamento para adolescentes problemáticos. Porém, os segredos da ilha e sua floresta são tão vastos quanto mortais. Carl Freeman sempre defendeu os excluídos e sempre enfrentou, com boa vontade, os valentões. Mas o que acontece quando você é o excluído e o poder está com aqueles que são perversos?
Carl Freeman, um garoto de 16 anos com uma ficha criminal extensa, já foi transferido de lares adotivos para reformatórios e vise-e-versa, após bater em mais um valentão que ameaçava um menino indefeso, o juiz não tem mais nenhuma opção a não ser manda-lo para Ilha Fênix, um campo de treinamento militar, localizado em um ligar desconhecido, um lugar sem as leis do Estado, um lugar para adolescentes que assim como Carl, adolescentes que agem como indivíduos, que não seguem as regras. Ou melhor, essa é a ideia que eles querem passar.

Freeman precisa aguentar as pontas, obedecer as ordens, andar na linha até completar os seus 18 anos, porque após disso ele poderá voltar para sua cidade com a ficha limpa, e uma nova vida para viver. Ao chegar na ilha os órfãos se deparam com um lugar totalmente assustador, com tenentes totalmente rigorosos (e um pouco insanos) que fazem de tudo para que aqueles indivíduos se tornem pessoas "melhores" para que quando o Ancião chegue eles estejam preparados. Quanto mais sanguinário você for, mais sucesso você terá.

Lá Carl conhece Ross, um cara pequeno e piadista, um alvo fácil para os mais fortes, e mesmo tentando não se aproximar para não ter que defendê-lo no futuro, o destino faz com que se tornem colegas; e conhece Octavia, uma menina misteriosa, com um lindo cabelo preto e apenas uma mecha branca no topo, que faz com que ele sinta um grande interesse por ela. Mas desde o inicio ele percebe que se controlar não será tão fácil como pensava: com o Tenente Parker no seu pé, e vários valentões oprimindo os desfavorecidos, Carl precisa manter o total controle sobre si mesmo, senão o seu novo futuro estará arruinado.

Um dia Carl encontra um diário de um órfão de algum dos ciclos anteriores, nele está contido descrições de fatos extremamente insanos, segredos sobre a tal ilha. Mas estes segredos não são os únicos, Freeman está prestes a descobrir coisas maiores, coisas piores. Quais seriam os segredos mantidos neste lugar? Quais serão as chances de sobreviver sob tanta insanidade?

Olhou discretamente ao redor. Aqui estavam eles, na Ilha Fênix, em algum lugar fora dos Estados Unidos e de suas leis.
Estamos mortos para o mundo tanto quanto nossos pais, pensou Carl. Essa gente pode fazer o que quiser conosco.  pag. 28

Um livro que de cara me chamou atenção pela capa, depois pela sinopse, e me absorveu de uma forma sobrenatural com o enredo. Se eu fosse fazer uma lista de melhores livros lidos em 2014, sem duvida este estaria. Nunca tinha lido histórias com o tema prisão/campo militar, mas John Dixon fez com que eu ficasse presa na história mesmo depois de parar de lê-lo (e com raiva da faculdade por não deixar com que eu ficasse lendo toda hora).

Com personagens intrigantes, cada órfão com o seu passado assombroso que o levou para ilha. Cada tenente/soldado mais assustador que o outro. Carl, que no inicio parece só um adolescente rebelde e chato, ganhou o meu coração, me fez sentir um desespero enorme quando corria riscos, Octavia e Ross, apesar de não aparecerem muito ganharam um espaço no meu coração, como se eles fossem os meus amigos, e compartilhei suas dores. Parker e seus órfãos de estimação me fizeram senti um ódio tão grande, uma raiva que nunca senti de algum personagem literário. Agora o Ancião, ah.. nesse eu queria dar tanto soco na cara dele, até que a mandíbula dele (acho que o livro me deixou um pouco agressiva).

Para vocês terem uma ideia, o livro é tão bom, mas tão bom que até fizeram uma série de TV baseada nele; nunca tinha visto nada sobre a série, mas pretendo assistir em breve, e se ela for tão boa quanto o livro, já sei que irei viciar. Darei 5 estrelas para o livro, coisa que raramente acontecerá de novo nesta vida. Com uma narrativa envolvente, um enredo de tirar o folego e um final totalmente inesperado, John Dixon realmente soube deixar um gostinho de quero mais para o próximo livro. E eu não vejo a hora de lê-lo. Se você gosta de livros deste gênero, não deveria estar perdendo tempo, vá ler ele!

Dixon, John . Fênix: A ilha. Ribeirão Preto, SP. Editora Novo Conceito, 2014


sobre o autor
Eduarda GalvãoEduarda Galvão, 18 anos, Brasília. Cheia de esquisitices e manias. Apaixonada por livros e personagens. Louca por filmes e séries. Com mania de colecionar livros, canecas e amores..

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Momento música #147

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Bom dia meus queridos!

Inspirado na leitura da semana, o último livro da Trilogia Sevenwaters, teremos uma música envolvente e que tem tudo a ver com o livro.

Canção Celta - Mike Oldfield


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A menina que brincava com fogo - Stieg Larsson

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

"Não há inocentes. Apenas diferentes graus de responsabilidade", raciocina Lisbeth Salander, protagonista de A menina que brincava com fogo, de Stieg Larsson. O autor - um jornalista sueco especializado em desmascarar organizações de extrema direita em seu país - morreu sem presenciar o sucesso de sua premiada saga policial, que já vendeu mais de 10 milhões de exemplares no mundo. Nada é o que parece ser nas histórias de Larsson. A própria Lisbeth parece uma garota frágil, mas é uma mulher determinada, ardilosa, perita tanto nas artimanhas da ciberpirataria quanto nas táticas do pugilismo, que sabe atacar com precisão quando se vê acuada. Mikael Blomkvist pode parecer apenas um jornalista em busca de um furo, mas no fundo é um investigador obstinado em desenterrar os crimes obscuros da sociedade sueca, sejam os cometidos por repórteres sensacionalistas, sejam os praticados por magistrados corruptos ou ainda aqueles perpetrados por lobos em pele de cordeiro. Um destes, o tutor de Lisbeth, foi mor-to a tiros. Na mesma noite, contudo, dois cordeiros também foram assassinados: um jornalista e uma criminologista que estavam prestes a denunciar uma rede de tráfico de mulheres. A arma usada nos crimes - um Colt 45 Magnum - não só foi a mesma como nela foram encontradas as impressões digitais de Lisbeth. Procurada por triplo homicídio, a moça desaparece. Mikael sabe que ela apenas está esperando o momento certo para provar que não é culpada e fazer justiça a seu modo. Mas ele também sabe que precisa encontrá-la o mais rapidamente possível, pois mesmo uma jovem tão talentosa pode deparar-se com inimigos muito mais formidáveis - e que, se a polícia ou os bandidos a acharem primeiro, o resultado pode ser funesto, para ambos os lados.
Lisbeth conheceu Mikael quando foi escalada através da empresa em que trabalhava para participar de uma difícil investigação para se descobrir o paradeiro da neta de um homem muito poderoso e que havia desaparecido misteriosamente. Desde então Lisbeth conquistou o respeito de Mikael, porém ela acabou quebrando uma regra pessoal sua e estava sofrendo as consequências. Em virtude disso ela toma uma decisão radical e desaparece por uns tempos. Foram vários meses de anonimato absoluto e uma transformação que a transformou em uma nova mulher, mas sem perder a sua essência intempestiva e determinada. Para Mikael, o desaparecimento de Lisbeth era uma incógnita inexplicável. Por mais que ele pensasse, não conseguia entender o porquê de sua atitude. Todos os dias ele ia até sua residência e chegou até a montar acampamento, mas nem sinal. Mandou e-mails e mais e-mail, mas todos ficaram sem resposta. Atarefado com a revista em que é sócio e colunista, ele divide o seu tempo administrando as publicações e entrevistas, resultado do livro publicado sobre o escândalo sobre o império financeiro, que mudou sua vida após denunciar um esquema de fraudes de um grande empresário sueco, com o novo empreendimento da revista: publicar uma série de matérias denunciando o tráfico de mulheres e a exploração sexual do jornalista e escritor Dag Svensson. Dag é noivo de Mia Bergman, uma criminologista, e baseou suas matérias na tese defendida por Mia. O plano é publicar as matérias e ao mesmo tempo publicar também um livro com a denúncia completa, onde vários nomes importantes serão citados, inclusive de policiais que deveriam defender os inocentes. Uma publicação arriscada e que exige muita cautela. Faltando poucos dias para a publicação o casal é assassinado e Mikael é a pessoa que encontra a cena do crime de uma forma chocante. Durante as investigações, todas as pistas levam somente a um nome: Lisbeth Salander. Porém Lisbeth não é encontrada para dar explicações, e todos os registros encontrados pelos investigadores, apontam para uma delinquente louca, desequilibrada e não apta a viver em sociedade. Em instantes a mídia julga e condena, mas Mikael se recusa a acreditar em tal absurdo. Os investigadores do caso se deparam com uma controvérsia atrás da outra. Enquanto os registros psicológicos apontam para uma mulher com sérios problemas psiquiátricos, todos que a conheceram descrevem uma mulher sistemática e extremamente inteligente e meticulosa. Muitas serão as acusações e os desencontros, mas para Mikael Lisbeth não é culpada e mesmo sem encontrar com ela há um bom tempo, ele fará sua própria investigação e provar a inocência de sua amiga.
Este é o segundo livro da Série Millennium e com certeza é pura adrenalina. Enquanto o primeiro livro, mesmo com um grande mistério tinha seus momentos de monotonia, este é recheado de intrigantes acontecimentos que nos mantém refém do início ao fim. Lisbeth está mais suprema do que nunca com suas transformações, mas se mantendo a mesma, sempre inteligente e astuta. Mikael com sua elegância e determinação, não perde a fé na inocência de Lisbeth mesmo nos momentos mais críticos. Um livro que eu não consegui largar enquanto não cheguei à última página.

Larsson, Stieg. A menina que brincava com fogo. São Paulo, Companhia das Letras, 2009. (Millenium, 2)

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A máquina de contar histórias - Maurício Gomyde

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Na noite em que o escritor best-seller Vinícius Becker lançou A Máquina de Contar Histórias , o novo romance e livro mais aguardado do ano, sua esposa Viviana faleceu sozinha num quarto de hospital. Odiado em casa por tantas ausências para cuidar da carreira literária, ele vê o chão se abrir sob seus pés. Sem o grande amor da sua vida, sem o carinho das fi lhas, sem amigos... O lugar pelo qual ele tanto lutou revela-se aquele em que nunca desejou estar. Vinícius teve o mundo nas mãos, e agora, sozinho, precisa se reinventar para reconquistar o amor das filhas e seu espaço no coração da família V. Uma história emocionante, cheia de significados entrelaçados pela literatura, mostrando que o amor de um pai, por mais dura que seja a situação, nunca morre nem se perde.

Vinícius conseguiu alcançar o topo. Ele conseguiu chegar onde muitos ainda estavam muito longe de atingir, mas somente agora ele percebeu que o preço pago foi muito mais alto do que qualquer um estaria disposto a pagar. Na mesma noite em que ele mais uma vez foi ovacionado ele perdeu o grande e único amor de sua vida: sua esposa. E junto com a perda de sua esposa ele percebeu que perdeu também o amor e o respeito de suas filhas, principalmente de Valentina, a mais velha. Desesperado, Vinícius sente seu mundo desabar, pois sempre acreditou que sua vida perfeita e sua família perfeita estariam à sua espera após cada evento, cada lançamento, a cada reconhecimento de seu talento e sucesso. Mas agora ele estava só e com uma determinação: não perder suas filhas. Mas para atingir seu objetivo, ele precisará se desdobrar em uma tarefa nada fácil: recuperar a confiança e o amor de suas amadas filhas. Provar que ainda era o pai que as amava mais do que tudo no mundo e que estava disposto a tudo para fazê-las felizes, até mesmo abandonar a sua rotina metódica de escritor, abandonar os seus fãs mais apaixonados que clamavam por atenção e abandonar também a sua rotina de eventos e sessões de autógrafos para estar verdadeiramente junto de sua família, mesmo que esta família estivesse faltando um pedaço muito importante. E Vinícius seria mais uma vez surpreendido pelo destino, de uma forma sem volta.
Voltou o vídeo para o começo. Clicou no play novamente. Mais uma vez a emoção tomou conta, traduzida pelo arrepio na espinha e pela vontade absurda de ter o dom de voltar no tempo. (Pág.66)

Surpresa!!!! Este é o sentimento que me dominou já no primeiro capítulo do livro. Eu nunca havia lido nada do autor Maurício e foi gratificante poder ler um livro que transbordou emoção desde a primeira página. Não foi difícil sentir a dor da perda, a dor do abandono, a dor do vazio deixado por alguém que se ama. Mas não foi fácil sentir o desespero do Vinícius, mesmo entendendo o seu sentimento de que todo o seu esforço foi para a família, para o melhor, mesmo que permeado com um toque de ilusão, de querer enganar a sí mesmo, sabendo que no fundo foi egoísta. Mas a sua determinação em reagir e correr atrás de suas perdas também foi emocionante. O tempo todo o que vemos são emoções rasgadas, gritadas e derramadas de uma forma surpreendente e principalmente muito humanas, sem disfarces e sem retoques. Simplesmente emocionante.  

Gomyde, Maurício. A máquina de contar histórias: Ribeirão Preto, SP. Editora Novo Conceito, 2014

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Momento música #146

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Bom dia!
Primeiro de Setembro. Vocês não imaginam a energia que sinto à esta nova possibilidade, à este novo começo. Sinto muitas vibrações positivas e desejo a todos um belo mês de setembro.

E uma música vai bem demais! Sugestão da Carla Muniz.

Rod Stewart e Amy Belle


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